quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ANTAR Nº 13 - 1962 EDITORA EDIEX


ANTAR Nº 13 - 1962 EDITORA EDIEX / Esse gibi especificamente, obteve uma grande aceitação do público leitor, pois a novidade era simplesmente, os quadrinhos fotografados de filmes de Tarzan, Jim das Selvas e aventuras na Selva, ou seja, fotonovelas com heróis e personagens que todos conheciam. Os filmes de Tarzan com Johnny Weissmuller foram quadrinizados do número 01 ao número 07, e posteriormente no número 17, com os seguintes filmes de cinema: O filho de Tarzan, Tarzan e as Sereias, Tarzan e o terror do deserto, Tarzan e as Amazonas, Tarzan e o terror do deserto, Tarzan e a caçadora, Tarzan e a mulher-leopardo e A fuga de Tarzan. Lex Barker apareceu como Tarzan nos números 08, 09 e 12, com os títulos de cinema: Tarzan e a montanha secreta, Tarzan e a escrava e Tarzan na terra selvagem. Gordon Scott como Tarzan foi homenageado no número 15, do titulo de cinema Tarzan e a expedição perdida. Posteriormente, apareceu nas capas do Antar 34 e 35. Do número 57 ao 63, foi impresso em forma de telenovela com atores italianos com Rosário Borelli como Antar. Após o sucesso do Lançamento de Antar, com as aventuras de Tarzan no cinema, a Ediex resolveu lançar no final de 1961, o almanaque Antar para 1962, com capa desenhada baseada em Johnny Weissmuller, com quadrinização do filme Tarzan o Destemido, com Buster Crabbe. Como seria um almanaque, colocaram tambem mais uma história de faroeste com Randolph Scott e Gabby Hayes e outra aventura nas Selvas com o caçador de animais para Zoologico, Frank. Já em decadência, a Ediex tentou ganhar tempo, reprisando nos numeros 64 e 65 os primeiros numeros de Antar, com capas desenhadas. Neste, houve uma tentativa frustrada de fazer um gibi todo desenhado, mas não foi adiante. Terminava assim, o último número de Antar, uma série bem sucedida. Uma edição fantástica esta apresentada aqui no blog, com 68 páginas de pura ação, tal como se você estivesse assistindo no Cinema ou na Televisão! Antar é antológico, mas outros generos e segmentos também faziam sucesso na época, a Ficção Cientifica, os filmes Épicos e o Faroeste, e claro, não faltaram títulos especificos, para cada um, "Fotowest, "Fotoaventuras", "Ultraciência", etc .











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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

JORNAIS ANTIGOS (OLD NEWSPAPERS) - O GLOBINHO SUPERCOLORIDO (GLOBE SUPER COLOR) - 16 / JUN / 1974


O GLOBINHO SUPERCOLORIDO - 16 / JUN / 1974 - Este saudoso jornalzinho, era um suplemento dominical do Jornal O Globo, publicado na década de 70 e 80, de 12 ou 16 páginas, desde seu primeiro número publicado em 1972, deixou uma legião de fãs e leitores saudosos por acompanharem as tirinhas com suas aventuras em série dos heróis clássicos da época, ou personagens favoritos. Nesta edição de 16 de junho de 1974, os astros e estrelas são FERDINANDO, TARZAN, LUCKY LUKE, OS FLINTSTONES, PRÍNCIPE VALENTE, MANDRAKE, FANTASMA, ASTERIX, BRUCUTU, MORTADELO E SALAMINHO E PATO DONALD! Inesquecível!




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REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - ILUSÃO Nº 18 - 1959 EDITORA ABRIL


ILUSÃO Nº 18 - 1959 EDITORA ABRIL / Esta é uma publicação especializada em fotonovelas, com edições mensais de 68 páginas, dedicando apenas de 8 à 10 páginas, para outros assuntos, como Cinema, discos, horóscopo e contos. com um alcance surpreendente, esta edição de 1959, teve uma tiragem de 304.000 exemplares, devido ao sucesso das fotonovelas, que ainda atingiria o auge nos anos 70.










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REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - SÉTIMO CÉU (SEVENTH HEAVEN) Nº 161 - 1969 EDITORA BLOCH


SÉTIMO CÉU Nº 161 - 1969 EDITORA BLOCH / Uma publicação com 100 páginas, Sétimo Céu é mais uma daquelas incríveis revistas publicadas, cuja especialidade era abordar o tema televisão, um filão que na época foi líder de vendagens nas bancas de jornais, tendo em vista a falta de internet, celular, via satélite e cabo e coisa e tal. O público alvo com sua leitora e leitor assíduo, pedia sempre mais. Neste ano de 69, a Sétimo Céu já publicava fotonovelas também, seguindo a linha de outras publicações como a revista "Grande Hotel", da editora Vecchi,  que circulou desde 1947, e só a partir de 1950, publicou sua primeira fotonovela, mas antes de adotar essa novidade a revista publicava histórias de amor em quadrinhos, com um formato semelhante, se ocupando do mesmo esquema dos quadrinhos para produzir romances, um misto de melodrama familiar, aventuras e fantasias em fascículos, quase sempre com final feliz. Foi justamente nos anos 60, que a revista “Sétimo Céu”, da Editora Bloch, decidiu “abrasileirar” os temas e os personagens para aproximar-se dos leitores. Foi a primeira a produzir fotonovelas no Brasil, estreladas por cantores como Jerry Adriani, Agnaldo Rayol e atrizes como Vera Ficher. Faziam parte dessas fantasias os ambientes litorâneos com clima ensolarado, sungas e biquinis. Ente 1960 e 1980, mais de 20 títulos de revistas de fotonovelas circulavam no Brasil. Entre elas, possuíam maior tiragem a revista “Capricho”, “Sétimo Céu”  e “Grande Hotel”, circulando ainda em escalas menores: “Super Novelas Capricho”, “Ilusão”, “Jacques Douglas”, “Cartaz”, “Noturno”, “Fascinação”, “Contigo”, “Carinho”, “Amiga”, “Carícia”, “Sentimental”, “Jenifer”, “Melodias”, “Lucky Martin”, entre outras. Taí, um gostinho especial de poder rever algumas fotos bem legais e atuais para a época, afinal de contas, antes das fotonovelas, o assunto sempre foi televisão!












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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - TIO PATINHAS (UNCLE SCROOGE ) Nº 170 - 1979 EDITORA ABRIL


TIO PATINHAS (UNCLE SCROOGE /  Nº 170 - 1979 EDITORA ABRIL / Esta edição trás uma história clássica "A Fabulosa Pedra Filosofal", que ora ou outra em edições especiais, sempre é reapresentada por ter um roteiro bem dinâmico e de espirito aventureiro, bem como suas clássicas histórias envolventes e envolvendo quase sempre, seu sobrinho Donald! Uma definição? O pato mais rico do mundo, Tio Patinhas, no original ''Scrooge McDuck'', é um personagem de desenho animado criado por Carl Barks, em 1947, e licenciado pela Walt Disney Company. Patinhas é um pato branco escocês, antropomórfico, que geralmente usa cartola, um sobrecasaco azul ou vermelho, além de óculos e uma bengala. Patinhas é o tio do Donald, e tio-avô de Huguinho, Zezinho e Luizinho. Tio Patinhas, foi habitualmente desenhado pelo seu criador Carl Barks, e por Don Rosa. Tio Patinhas é um dos personagens mais queridos da Disney, e é conhecido pela sua fortuna, e sua mania de poupar demais sendo chamado de ''sovina'' ou ''pão-duro''. Smyth Scrooge Benjamim McDuck, conhecido nos E.U.A como Scrooge McDuck, e aqui no Brasil por Tio Patinhas ou Patinhas; Ele ganhou o nome de Scrooge, em homenagem a outro velho sovina do romance de 1843, Um Conto de Natal: o ''Ebenezer Scrooge''. 



Em suas primeiras aparições, Patinhas era pouco caracterizado, aparecendo como um ácido, avarento e anti-herói. Mas em curtas apresentados mais tardes, e quadrinhos e animações modernas, ele é frequentemente retratado como caridoso e econômico herói, aventureiro, explorador e filantropo. O tio materno do Pato Donald , fez sua primeira aparição no ''Christmas on Bear Mountain'', em dezembro de 1947, numa história escrita e desenhada pelo artista Carl Barks. Nessa história de natal, ele aparecia como um antagonista de Donald. Patinhas era barbudo, com óculos, e um razoavelmente pato rico, com idade avançada, apoiado numa bengala, e vivendo isolado do mundo numa mansão. Sobre sua primeira versão do Tio Patinhas, Barks refletiu: ''Scrooge em Christmas on Bear Mountain, era apenas a minha primeira idéia de um tio rico, velho. Eu tinha o feito muito velho e fraco demais. Descobri mais tarde que eu tinha que fazê-lo mais ativo.'' Barks viria a alegar de que ele originalmente só pretendia usar Patinhas como um personagem recorrente, mas depois decidiu que Tio Patinhas e sua fortuna, poderiam ser úteis para motivar mais história. Carl Barks continuou a experimentar a aparência e a personalidade de Patinhas ao longo dos próximos quatro anos depois de ''Christmas on Bear Mountain''. 




A segunda aparição de Tio Patinhas, foi em O Segredo do Castelo Velho (publicado pela primeira vez em junho de 1948), onde Tio Patinhas recruta seus sobrinhos para procurar um tesouro da família escondido no sombrio castelo do Downs, ancestrais das família Patinhas, na Escócia. A história Foxy (publicado pela primeira vez em novembro de 1948) foi a primeira história em que Tio Patinhas é chamado pelo seu título e slogan "pato mais rico do mundo". Em 1950, Barks cria o predecessor da caixa forte de Tio Patinhas, que apareceu no ano seguinte, em 1951, como o edifício mais alto de Patópolis onde Patinhas guardava toda sua fortuna. A ampulheta mágica, publicada pela primeira vez em setembro de 1950, foi sem dúvida a primeira história a mudar o foco das histórias de Pato de Donald para Patinhas. Durante a história, vários características foram introduzidos para Tio Patinhas. Donald primeiro menciona nesta história que seu tio praticamente detém Patópolis, uma declaração de que o rival de Patinhas, John D. Rockerduck, mais tarde, coloca a prova. 




Nessa história, também tem os primeiros indícios de que ele não nasceu na riqueza. Quando ele se lembra de comprar o Hourglass em Marrocos, ou quando ele era um membro da tripulação de um navio como grumete. É também a primeira história em que Patinhas é mencionado falando outro idioma além o da sua terra natal, o Inglês; durante a história, ele fala Árabe. Mas tarde, Barks e Don Rosa, desenvolveram Patinhas como um grande conhecedor de várias línguas, falando em chines, alemão, espanhol, maia, filandes e etc, em decorrência das suas viagens feitas ao redor do mundo. Foi mostrado uma visão mais positiva de Patinhas em "A Ampulheta Mágica", apesar do seu lado mais perverso está presente também. ''O Terror dos Metralhas'', publicado em 1951, introduziu aos leitores os irmãos Metralhas. Apesar de mostrar que Tio Patinhas já era familiarizado com ele. Chegando a este ponto, Patinhas tinha-se tornado familiar aos leitores no Estados Unidos e Europa. Outros escritores e artistas da Disney, além de Barks, começaram a usar Patinhas em suas próprias histórias, incluindo o italiano escritor Romano Scarpa  na Western Publishing. Assim, o então editor de quadrinhos da Disney, começou a  pensar sobre o uso de Tio Patinhas como protagonista, em vez de um personagem de apoio. Em seguida, decidiu lançar Tio Patinhas em sua própria revista. Nas histórias de Patinhas, Donald e seus sobrinhos foram lançados como seus assistentes, que acompanham Tio Patinhas em suas aventuras ao redor do mundo. Essa mudança de foco de Donald para Patinhas também se refletiu nas histórias de outros escritores contemporâneos. Quando Carl Barks se aposentou, Patinhas foi para mão de outros artistas. 




Na Europa, Romano Scarpa era um dos seus principais animadores e editores. Nos Estados Unidos, o grande acontecimento foi a chegada do animador e escritor Don Rosa, em 1986, na sua história ''The Son of The Sun'', que foi nomeada ao Harvey Award, uma das maiores honrarias dos quadrinhos. Diferente da maioria dos outros escritores da Disney, Don Rosa retrava Tio Patinhas como um personagem histórico, cuja aventuras da Disney havia ocorrido nos anos cinquenta e sessenta e terminou com aposentadoria de Carl Barks em 1967.  Os quadrinhos Tio Patinhas corre nas bancas até hoje. E Patinhas, além de viver no mundo dos quadrinhos, já apareceu em curtas animados, e extensivamente participou da série de tv ''Duck Tales'' entre 1987-1990, onde ele adota Huguinho, Zezinho e Luisinho. Juntamente com vários outros personagens da franquia Disney, Tio Patinhas tem desfrutado de popularidade internacional, particularmente na Europa, e livros sobre ele são freqüentemente traduzido para outros idiomas. 


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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - MINDINHO (BUGS BUNNY) Nº 39 - 1957 EBAL


MINDINHO (BUGS BUNNY) Nº 39 - 1957 EBAL / Esta é a 2ª série publicada pela Editora Brasil-América, trazendo os personagens que se consagraram no mundo inteiro, seja através das animações produzidas para a televisão, ou para os quadrinhos. Mais 100 edições publicadas pela EBAL. que teve inicio em novembro de 1955, até maio de 1961.










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