segunda-feira, 21 de novembro de 2016

GIBIS ANTIGOS E SÉRIES CLÁSSICAS DA TV (CLASSIC COMICS / CLASSIC TV SHOWS / TV WESTERNS) - ÁGUIA BRAVA (BRAVE EAGLE) nº 613 - 1969 EDITORIAL NOVARO S.A. - MEXICO


ATENÇÃO: ASSISTA AO FINAL DA MATÉRIA (EM AZUL CLARO), UM TRECHO E A ABERTURA DO EPISÓDIO "PINTURA DE GUERRA" DA SÉRIE ÁGUIA BRAVA, COM A DUBLAGEM PRESERVADA DESDE SUA PRIMEIRA EXIBIÇÃO NA TELEVISÃO BRASILEIRA, PELO ESTÚDIO ARTE INDUSTRIAL E CINEMATOGRÁFICA (AIC-SP)!








ÁGUIA BRAVA (BRAVE EAGLE) Nº 613 - 1969 EDITORIAL NOVARO S.A. / Uma publicação Mexicana semanal de muito sucesso da Editorial Novaro S.A., trazendo sempre a cada semana, personagens de filmes, seriados e desenho animados da televisão, em 36 páginas coloridas, sendo que todos os títulos devidamente licenciados e autorizados pela americana Dell Comics. Águia Brava é uma série fantástica, que trás como protagonista principal, Águia Brava, da tribo Cheyenne, ou seja, um herói índio, contrariando praticamente, centenas de produções para a televisão e cinema, onde 99% o mocinho do filme é o Caubói (Cowboy). Série produzida pela companhia Roy Rogers/Frontier Production e Indian Production, Inc., do famoso herói do Cinema e da Tv, o caubói cantor (Roy Rogers). Exibida pela primeira vez nos Estados Unidos, pela Rede CBS entre 1955 e 1956, num total de 26 episódios filmados em preto e branco, de 25 minutos de duração cada. A série tem inicio quando Águia Brava, personagem interpretado por Keith Larsen, chefe dos Cheyennes, resolve ajudar um oficial do exército norte-americano a encontrar um assassino de um de seus soldados, que Águia Brava desconfia ter sido cometido por um índio desgarrado de sua tribo, conhecido por Black Raven (Corvo Negro), sendo que no Brasil, foi chamado de Lobo. Para que não haja um conflito entre o tratado de paz do homem branco com os peles-vermelhas, Águia Brava tem pouco tempo para tentar provar de que trata-se apenas de um único índio mau caráter que está tentando provocar uma batalha entre todos. após o primeiro episódio, os demais 25 episódios, mostrava basicamente as aventuras de um jovem chefe dos Cheyennes, que enfrentava os desafios da vida diária com as tribos vizinhas, sempre tentando resolver e manter a paz e a ordem entre seu povo e os “brancos” do sudoeste norte-americano no início do século XIX. Além de Águia Branca, tem o menino índio chamado Keena (Keena Nomkeena), que foi adotado pelo chefe, assim como uma moça da tribo Sioux, denominada de Morning Star (Estrela da Manhã) interpretada por Kim Winona, que faz o par romântico com Águia Brava. Além deles participavam regularmente da série, o carpinteiro e explorador mestiço conhecido como Smokey Joe, protagonizado por Bert Wheeler, que dava um toque de humor aos episódios. Como mencionei inicialmente, foi uma série bastante incomum para a época,  por ser provavelmente, a única produzida, a mostrar o ponto de vista do nativo americano. Ela foi filmada na fazenda de Roy Rogers em Clatsworth, Califórnia e na Fazenda Corriganville no Vale de Simi. Abaixo, algumas edições americanas publicadas pela DELL COMICS, inclusive, o exemplar original que acima foi publicado no México!










CLIQUE NO TEXTO EM AZUL CLARO ABAIXO:                                                             


Uma das últimas vezes de exibição da série que me recordo,  e após pesquisas realizadas e que me fez chegar a essa conclusão, foi no ano de 1967, na Sessão Telecinema do Canal 2, aos domingos à tarde, às 16hs, acompanhada de outras séries fantásticas e desparecidas das emissoras brasileiras, como "As Aventuras de Robin Hood", "Reis do Riso", e Rocky Jones", conforme programação no guia de TV de 18 de junho, na Revista InTerValo. (obviamente de que por ser 1967, já havia o videoteipe o que pode ter ocorrido da série ter sido exibida em outros estados do Brasil, após este ano).





Elenco

Keith Larsen como Brave Eagle

Kim Winona como Morning Star

Bert Wheeler como Smokey Joe

Keena Nomkeena como Keena







Dados Técnicos

Produtores Executivos: W. Arthur Rush, Michael North

Produtor: Jack C. Lacey


Episódios

01 - Blood Brother
02 - Cry of the Heron
03 - Treachery of At-Ta-Tu
04 - Gold of Haunted Mountain
05 - Search for the Sun
06 - Moonfire
07 - Mask of the Manitou
08 - The Flight
09 - Code of a Chief
10 - Face of Fear
11 - Voice of the Serpent
12 - Shiled of honor
13 - The Challenge
14 - Medicine Drums
15 - The Spirit of Hiden Valley
16 - Popoose
17 - The Storm Fool
18 - the Gentle Warrior
19 - the Strange Animal
20 - White Medicine Man
21 - Death Trap
22 - War Paint (PINTURA DE GUERRA) - dublagem AIC-SP
23 - Valley of Decision
24 - Witch Bear
25 - Trouble at Medicine Creek
26 - Ambush at Arrow Pass





F  I  M

sábado, 19 de novembro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - O MENINO DO CIRCO (CIRCUS BOY) Nº 23 - 1961 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) STARRING: MICKEY BRADDOCK (MICKY DOLENZ)




O MENINO DO CIRCO (CIRCUS BOY) Nº 23 - 1961 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / Uma publicação primorosa trazendo para os quadrinhos, histórias adaptadas da série de Tv "O Menino do Circo". Uma publicação rara de se obter e objeto de desejo de muitos colecionadores de gibis antigos espalhados no país. são 36 páginas em preto e branco, sempre apresentando 2 histórias diferentes dos episódios da série de Tv. Na verdade, esta edição é a primeira de duas apenas publicadas pela EBAL, o que a torna mais rara ainda, pois pertence a 2ª série de Cinemin, que teve 35 exemplares lançados entre fevereiro de 1960 e novembro de 1963. De mensal, passou a ser bimestral à partir da edição nº 24 de janeiro de 1962, sendo justamente "O Menino do Circo" as duas últimas edições mensais publicadas, nºs 22 e 23  9acervo pessoal de coleção do TV a Lenha) respectivamente. Uma produção americana que teve como seu maior astro, o jovem ator mirim Mickey Braddock, alías, Micky Dolenz (o bateirista doido e que sempre aparecia com diferentes penteados nos episódios da série “Os Monkees”), foi filmada em preto e branco no ano de 1956, com 49 episódios de 25 minutos de duração em duas temporadas. Numa distribuição da Screen Gems, e dublada no estúdio da AIC – São Paulo, a série conta as histórias e aventuras do jovem Corky Wallace, que fica órfão quando seus pais caem de um trapézio. Desde então, foi adotado pelos funcionários do próprio circo em que seus pais trabalhavam. O Sr. “Big Tim Champion” (Robert Lowery ) é o proprietário do Burke & Walsh Circus e, juntamente com “Tio Johnny / Palhaço” (Noah Berry Jr.) e Peter (Gunn "Big Boy" Williams), estão sempre por perto do pequeno Corky para ajudá-lo em suas aventuras. A série começa com Corky aos 12 anos de idade. É um garoto esperto, valente, carismático e educado. De cidade em cidade, ele ajuda nas tarefas diárias do circo, principalmente cuidando de animais como o elefante “Bimbo”, uma das estrelas do circo. Assim se desenvolve a trama da série “O Menino do Circo”, um misto de aventura com faroeste, mostrando a rotina diária das pessoas que trabalham no meio circense. No desfecho de cada episódio, há sempre uma lição de moral para o público, como a pregação da paz entre o homem branco e os índios, e a devida atenção que um pai mesmo atarefado deve reservar ao filho. Para promover a série na época, Micky e Bimbo fizeram uma turnê pelos EUA, onde o pequeno ator chegou a tocar guitarra. Será que já era um sinal prematuro sobre a carreira do jovem atorzinho? Aqui no Brasil, a série foi exibida nos anos 60. Existem várias versões sobre qual emissora que lançou a série entre nós; alguns até arriscam como palpite a extinta TV Tupi. Em 1968, a TV Excelsior exibiu a reprise da série durante o horário vespertino. Nos anos 70, a TV Bandeirantes e TV Record de São Paulo também exibiram a série. Infelizmente nesta mesma década, as séries filmadas em preto e branco estavam perdendo espaço com a chegada das transmissões em cores e “O Menino do Circo” saiu do ar e nunca mais retornou. Veja que interessante algumas curiosidades da série: Durante as filmagens, os responsáveis pela produção acharam por bem alugar um circo de verdade, contratando profissionais do meio para encenar os espetáculos. Os americanos gostavam de números circenses, que eram frequentes na série. Micky Braddock estava crescendo rapidamente e não havia mais como interpretar um garoto de 12 anos, resultando então, no cancelamento da série. Cada episódio custava em torno de 30 e 42 mil dólares! O jovem ator Micky, ganhava 300 dólares por episódio. Cada episódio filmado durava cerca de 3 dias. Quanto ao fato do sobrenome usado ser outro, o ator mirim não quis utilizá-lo porque seu pai, George Dolenz, estrelou uma série chamada “O Conde de Monte Cristo”, ele não queria nenhuma associação ao trabalho do pai, adotando assim, o sobrenome Braddock. Esperar por uma reprise em alguma emissora de televisão, pode esquecer, acho muito difícil. Restam alguns episódios telecinados de 16mm nas mãos de colecionadores espalhados no país. Felizmente, um desses "caras" sou eu, rs! Essa é mais uma daquelas séries para ser vista junto da família, e sem prazo de validade. Bons tempos! 








F  I  M

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) CHARLES STARRETT AS THE DURANGO KID Nº 18 - 1952 MAGAZINE ENTERPRISES, INC. TODAS AS EDIÇÕES COM AS CAPAS, FOTOS E PÁGINAS PRINCIPAIS DAS HISTÓRIAS (ANY ISSUES WITH THE CASE / COVERS, AND PHOTOS OF MAIN STORIES)


ATENÇÃO: VEJA MATÉRIA / PROCURE PELA POSTAGEM NESTE BLOG COM UMA REPORTAGEM COMPLETA SOBRE CHARLES STARRETT E A SÉRIE DE FILMES DO CINEMA E DA TV SOBRE DURANGO KID, AQUI NESTE BLOG

WARNING: SEE MATTER / PREVIOUS POST WITH A FULL REPORT ON CHARLES STARRETT AND SERIAL FILMS FILM AND TV ON DURANGO KID HERE THIS BLOG


TODAS AS EDIÇÕES COM AS CAPAS, FOTOS E PÁGINAS PRINCIPAIS DAS HISTÓRIAS - (ANY ISSUES WITH THE CASE / COVERS, AND PHOTOS OF MAIN STORIES)




CHARLES STARRETT AS THE DURANGO KID Nº 18 - 1952 MAGAZINE ENTERPRISES, INC. / Entre 1949 e 1955, a editora Magazine Enterprises publicou bimestralmente, as histórias em quadrinhos do caubói vingador mascarado em 41 edições. Vou disponibilizar aos poucos, todas as  capas, e fotos do herói e ator, e as principais páginas com as respectivas histórias de todas as edições. 







A SEGUIR...A EDIÇÃO Nº 19!


....TO BE CONTINUED



THEN .... ISSUE No. 19!




....CONTINUA

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) CHARLES STARRETT AS THE DURANGO KID Nº 17 - 1952 MAGAZINE ENTERPRISES, INC. TODAS AS EDIÇÕES COM AS CAPAS, FOTOS E PÁGINAS PRINCIPAIS DAS HISTÓRIAS (ANY ISSUES WITH THE CASE / COVERS, AND PHOTOS OF MAIN STORIES)


ATENÇÃO: VEJA MATÉRIA / PROCURE PELA POSTAGEM NESTE BLOG COM UMA REPORTAGEM COMPLETA SOBRE CHARLES STARRETT E A SÉRIE DE FILMES DO CINEMA E DA TV SOBRE DURANGO KID, AQUI NESTE BLOG

WARNING: SEE MATTER / PREVIOUS POST WITH A FULL REPORT ON CHARLES STARRETT AND SERIAL FILMS FILM AND TV ON DURANGO KID HERE THIS BLOG


TODAS AS EDIÇÕES COM AS CAPAS, FOTOS E PÁGINAS PRINCIPAIS DAS HISTÓRIAS - (ANY ISSUES WITH THE CASE / COVERS, AND PHOTOS OF MAIN STORIES)



CHARLES STARRETT AS THE DURANGO KID Nº 17 - 1952 MAGAZINE ENTERPRISES, INC. / Entre 1949 e 1955, a editora Magazine Enterprises publicou bimestralmente, as histórias em quadrinhos do caubói vingador mascarado em 41 edições. Vou disponibilizar aos poucos, todas as  capas, e fotos do herói e ator, e as principais páginas com as respectivas histórias de todas as edições. 






A SEGUIR...A EDIÇÃO Nº 18!


....TO BE CONTINUED



THEN .... ISSUE No. 18!



....CONTINUA

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

FOLHETO DE PROPAGANDA DE FARMACIA ANTIGO (ANTIQUE PHARMACY ADVERTISING BROCHURE / ALMANAC OF PHARMACY / 薬学の年鑑 / ALMANAC VON APOTHEKE / ALMACI /ANAC DE PHARMACIE / Альманах ФАРМАЦИЯ / ALMANAK FOR FARM 年鑑雜誌JOURNAL) - EMULSÃO SCOTT APRESENTA NOSSO BRASIL - 1942 SCOTT & BOWNE, INC. OF BRAZIL


FOLHETO DE PROPAGANDA DE FARMACIA ANTIGO / EMULSÃO SCOTT APRESENTA BRASIL - 1942 SCOTT & BOWNE, INC. OF BRAZIL / Embora não seja um daqueles cobiçados e raros Almanaques de Farmácia, este folheto propaganda do tônico EMULSÃO SCOTT, de apenas 8 páginas, trazia a cada ano ou de 6 em 6 meses de sua distribuição interna e gratuita, resumos importantes da História do Brasil, humorismo, passatempos entre outros. Neste raro exemplar do ano de 1942, consta um resumo histórico dos estados do Brasil, que compunham a federação brasileira da época, vale a pena ler de novo! Uma raridade hoje em dia embora ainda circule timidamente a cada ano, os antológicos Almanaques de Farmácia, como este do blog e de acervo pessoal, é muito disputado por colecionadores e fãs deste livrinho de 1001 utilidades!  Os Almanaques foram desaparecendo à medida que se sofisticavam as técnicas de propaganda e marketing. E dos milhões de exemplares lançados pelo Brasil afora, poucos restam. Mas a representatividade de testemunhos insubstituíveis de época, e um patrimônio comum a toda nossa indústria farmacêutica, jamais deixarão de ter esse reconhecimento. Num formato padrão, medindo apenas 13,5 cm x 18 cm, de 34 páginas em média, eles traziam diversas informações e de variados temas que era o atrativo principal e o que despertava a busca pelas farmácias do "tal" livrinho todo final de ano (a maioria era anual), mas também algumas publicações mensais chegaram a aparecer. O Almanaque Biotônico Fontoura (produto criado pelo farmacêutico brasileiro Cândido Fontoura.), lançado em 1920, foi criado (elaborado e ilustrado) por ninguém menos que Monteiro Lobato! Ele criou nas suas páginas o folclórico personagem Jeca Tatu, o caipira que fez tanto sucesso que apareceu também nos seus livros infantis. As capas sempre foram um atrativo à parte nos anos 40, 50 e 60, trazendo figuras ou perfeitos desenhos de belas mulheres, sempre ao lado de um frasco do produto, fazendo uma óbvia e clara alusão as populares "pin-ups". Figuras de destaque do meio cinematográfico ou da televisão, também foram capas dos incríveis almanaques, como Vera Fischer, Elizabeth Taylor, Rose Di Primo, Brigitte Bardot e até mesmo a Xuxa entre outras. O interessante é de que sempre prevaleceram as mulheres nas capas! No Brasil, em 1887,  o Almanaque Pharol da Medicina, elaborado com o patrocínio da Drogaria Granado do Rio de Janeiro, juntamente como Almanaque do Dr. Ross, em 1891, e criado para divulgação aqui no Brasil, foram os modelos pioneiros dos almanaques de farmácia. As pílulas de Vida do Dr. Ross, amplamente divulgadas pela propaganda radiofônica, bem como o Sabonete Ross, Talco Ross, Pasta Dentifrícia Ross, Quinina de Ross, entre outros produtos, sempre estiveram presentes nas páginas desse pioneiro Almanaque, além dos famosos "jingles" de rádio que na época, entre uma radio-novela e outra, boletins informativos, e durante toda a programação das emissoras, a dona de casa ouvia e passava a conhecer os remédios e produtos dos laboratórios, bem como em pouco tempo, acompanhava cantando junto, alguns jingles que ficaram na memória de muita gente ainda hoje. só para se ter uma idéia, Almanaque  Pharol da Medicina possuiu uma tiragem inicial de 100 mil exemplares e de 1913 a 1923, atingiu a cifra de 200 mil exemplares. Fato esse muito significativo para a história dos almanaques, sobretudo os de farmácia. Ao longo dos anos desta publicação, eles foram evoluindo gráfica e tematicamente. Chegando a fazer referência aos componentes culturais e históricos de cada época e região. E na maioria das capas havia um espaço em branco abaixo das fotos de capa, reservado para o dono da farmácia colocava o nome e o endereço do seu estabelecimento comercial, geralmente através dos velhos e bons carimbos, com nome, razão social e endereço do estabelecimento! Eu particularmente, gostava demais de ficar pronunciando com meus amiguinhos da época, os nomes complicados de alguns remédios ou produtos como: Eczemol, Gonolina, Jalapa Composta, Tônico Capivarol, Phosphol, Ankilostomina Fontoura, Asardol, Elixir Nogueira, Vermífugo Kraemer, Fontol, Xarope de Limão Bravo, Hespiza, Emulsão Scott, Sinolina, entre tantos outros! A primeira edição do Almanaque Fontoura que teve Monteiro Lobato à frente fez um estrondoso sucesso com os seus 50 mil exemplares iniciais, esgotando-se num piscar de olhos. Esta tiragem foi crescendo a ponto de entre as décadas de 1930 a 1970 terem sido distribuídos entre dois e meio a três milhões de almanaques. Em 1982 sua tiragem foi de cem milhões de exemplares.Distribuídos pelos laboratórios e oferecidos como brinde aos consumidores nas drogarias. Seu conteúdo basicamente, englobava de tudo: calendários, fases da lua, piadas, dicas de saúde, receitas culinárias, charadas, cartas melodramáticas, cartas enigmáticas, jogo dos sete erros, caça-palavras, calendário agrícola, horóscopo, santos do dia, dias favoráveis para pesca, e as deliciosas propagandas publicitárias, que faço questão de ressaltar aqui nesta publicação. Você se recorda de pelo menos uns 5 títulos de almanaques que circularam no país? Quer ajuda? ALMANAQUES - Fosfotoni, Saúde da Mulher, Guaraína, Silveira, Elixir Prata, Elo, Almanaque do Laboratório Velmon, Sadol, Renascim, Bristol, Capivarol, Piumhy, Biotônico Fontoura, Almanaque do Dr. Schilling, Emulsão Scott, Pharol da Medicina, Dr. Ross, Iza, Goulart, Calcigenol, Colírio Moura Brasil, Bayer...será que me esqueci de mais algum almanaque? AQUI NESTE BLOG, CONSTA ALGUNS ALMANAQUES DE FARMÁCIA! BUSQUE POR ELES.....








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