terça-feira, 26 de janeiro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - CAVALEIRO FANTASMA (PHANTOM RANGER) Nº 44 - 1963 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE)


CAVALEIRO FANTASMA Nº 44 - 1963 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) / Uma publicação mensal da RGE de 34 páginas, permaneceu 99 edições nas bancas pela editora, desde janeiro de 1960. Na verdade, Cavaleiro Fantasma chegou a ser publicado,  pela Editora La Selva anteriormente, e para aproveitar a moda de gibis de faroeste, a Rio Gráfica licenciou e lançou a revista "Cavaleiro Fantasma", sendo o último lançado em janeiro de 1968, e mais 6 almanaques que a RGE lançou, ficando de fora, apenas os anos de 1966 e 1967. Caubói mascarado criado na Australia, diretamente para os quadrinhos. Publicado desde 1949, o herói era um americano aventureiro que fazia justiça no Oeste contemporâneo. A HQ foi um sucesso e, em 1952, acabou virando uma série de rádio em Sidney. Existe uma certa confusão com o título brasileiro, já que outro herói mascarado, também ganhou esse nome em suas publicações no Brasil, e no inicio, chamava-se "Fantasma Vingador" da Marvel Comics (Ghost Rider / Phantom Rider), nada a ver com o herói australiano, porém, com a mesma denominação quase na mesma época.





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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - BROTOEJA (LITTLE DOT) Nº 21 - 1969 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE)


RARIDADE! BROTOEJA Nº 21 - 1969 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) / Uma criação de Alfred Harvey (roteirista) e Vic Herman (desenhista), tendo feito sua primeira aparição em 1949, como historinha curta complementar, na revista "Sad Sack". em 1953, aí sim, passou a ter sua própria revista. Brotoeja é uma garotinha fascinada por círculos, bolas, tudo que se refere a objetos circunferentes. Pertencente a Harvey Comics, passou a ser publicada com regularidade, à partir de 1949 e 1982. Na metade dos anos 90, houve tentativas de publicar suas revistas, porém, talvez devido a falta de espaço para um genero tão dedicado ao público infantil, não aconteceu uma regularidade, num mundo recheado de Super-Heróis, Vilões e tecnologia em 3D, era até que natural que não ocorresse tal fato, mesmo nos distantes anos 90! No Brasil, teve sua própria revista, publicada pela Rio Gráfica e Editora, durante mais de uma década, e ganhou esse nome por aqui, justamente por se associar a círculos, bolas. Nos anos 70, o sucesso foi grande, que as publicidades e propagandas na televisão, era comum por diversas vezes ao dia, a veiculação do comercial na Tv Globo, do jornalista Roberto Marinho, que já possuía, desde 1952, a Rio Gráfica Editora, famosa por seu trabalho na área das revistas de grande circulação e de publicações em fascículos. foi através da revista dela, que outros conhecidos personagens do universo Harvey, surgiram pela primeira vez, caso de Riquinho, Tininha e Bolota, que mais tarde, tiveram revistas próprias também, e sempre com a participação deles em cada título e vice-versa. Brotoeja no Brasil, teve inicio em 1968, com 138 edições, sendo esta, datada de julho de 1978. A edição que faz parte do meu acervo pessoal, é a edição nº 21 de BROTOEJA, publicada pela RGE em outubro de 1969, cuja capa e contracapa foram restauradas por mim!








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domingo, 24 de janeiro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ZORRO (THE LONE RANGER) Nº 89 / 1ª SÉRIE - 1961 EBAL


ZORRO (THE LONE RANGER) Nº 89 / 1ª SÉRIE - 1961 EBAL / Este exemplar, trata-se da 1ª série de Zorro lnaçda no Brasil pela Editora Brasil-América, foram 100 edições mensais de 36 páginas em preto e branco, trazendo histórias de Zorro e tonto e com participações de Falcão Ligeiro (não confundir com Felcha Ligeira da RGE), em algumas edições, dividindo com outros clássicos personagens na época, ou ainda com histórias solo de Silver (o Cavalo de Zorro), ou Tonto. A edição nº 1 de zorro, teve inicio em março de 1954, e encerrou no nº 100 em junho de 1962. como era de costume da editora, a cada ano que se iniciava, uma nova série era publicada iniciando novamente, pelo nº 1. Zorro permaneceu durante anos nas mãos da EBAL, foram 8 séries divididas em edições em formatinho, especial em cores, extras especiais e os clássicos almanaques de fim de ano!





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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ZORRO (THE LONE RANGER) Nº 17 - 1963 - EBAL


ZORRO (THE LONE RANGER) Nº 17 - 1963 - EBAL / Este exemplar é da 2ª série lançada pela Editora Brasil-América, a EBAL tendo inicio em julho de 1962, até agosto de 1970, num total de 100 exemplares de 68 páginas em preto e branco, apresentando histórias além do herói mascarado, de Falcão Ligeiro (não confundir com Flecha Ligeira da RGE), Tonto e Silver.









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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - O HOMEM DO RIFLE (THE RIFLEMAN) Nº 27 - 7ª SÉRIE (AÍ MOCINHO) - 1975 EBAL


O HOMEM DO RIFLE (THE RIFLEMAN) Nº 27 - 7ª SÉRIE (AÍ MOCINHO) - 1975 EBAL / Com 33 edições publicadas pela Editora Brasil-América (EBAL), a 7ª série de "Aí Mocinho", trouxe dois personagens conhecidos do público masculino, por seus desempenhos na televisão, alías, em seus próprios shows produzidos para a televisão, estou falando de PALADINO DO OESTE com Richard Boone, e O HOMEM DO RIFLE com Chuck Connors, ambos estrelaram duas séries de Faroeste de enorme sucesso no mundo, e aqui no Brasil, não foi diferente. As duas grandes editora americanas, Dell Comics e gold Key, sempre saíram na frente com esses lançamentos da Tv para os quadrinhos, e a EBAL, nos anos 70, publicou as edições. Do nº 1 ao 20, Paladino do Oeste em sua própria revista, e do nº 21 ao 33, foi a vez de O Homem do Rifle ganhar sua própria revista também, com apenas 20 páginas em preto e branco, e geralmente, tazendo uma história completa de ambos, cada qual em suas respectivas edições numeradas.




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sábado, 23 de janeiro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - DISNEYLÂNDIA Nº 06 - 1971 EDITORA ABRIL


DISNEYLÂNDIA Nº 06 - 1971 EDITORA ABRIL / Uma publicação semanal que teve inicio em 1971, e terminou no nº 58 no ano de 1972. Com 20 páginas coloridas, formato grande e diferenciado para o público infantil, com 23,5 cm x 29,5 cm, cada edição trazia os clássicos personagens do universo Disney, em historinhas curtas de fácil entendimento, e passatempos variados. A curiosidade na época, era quando se abria a capa e contra-capa, que formava um quadro ou uma cena inteira! Veja logo abaixo:








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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - CAPITÃO AMÉRICA (CAPTAIN AMERICA) Nº 05 - 1975 EDITORA BLOCH


CAPITÃO AMÉRICA Nº 05 - 1975 EDITORA BLOCH / Uma publicação de 1975, que após alguns anos de sua ausência, a Bloch Editores resolveu trazer de volta, a lenda viva da América, em novo formato, menor e com 68 super páginas coloridas! Apenas 20 edições foram publicadas nesse formato e pela editora, cuja cronologia também se perdeu e não houve uma sequência lógica nem ao final da publicação pela EBAL nos anos 60 e 70, e nem pela Editora Abril (essa sim, ajudou a solidificar a Marvel no país) quando assumiu o licenciamento de publicar o título no Brasil.

CURIOSIDADE: Notem que na penúltima foto, na seção "Noticias do Capitão Aza (Wilson Vianna)", o "Asa" está escrito no politicamente correto, ASA, e não AZA como era apresentado em seu programa de Tv. Até nas linhas menores, o nome é pronunciado como ele ficou conhecido, com o "Z" no lugar do "S"....… Alô, alô Sumaré! Alô, alô Embratel! Alô, alô Intelsat 4! Alô, alô criançada do meu Brasil!, aqui quem fala é o Capitão Aza, comandante em chefe das forças armadas infantis deste Brasil.





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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - EDIÇÃO DUPLEX PIN-POP Nº 2 (PINDUCA (HENRY) E POPEYE) - 1961 EBAL


RARIDADE! EDIÇÃO DUPLEX PIN-POP Nº 2 (PINDUCA (HENRY) E POPEYE - 1961 EBAL / Apresento a vocês, uma raridade dos anos 60, publicada em agosot de 1961 pela Editora Brasil-América (EBAL), este é o exemplar nº 2 de apenas 3 publicados pela editora. Não sei justificar o porque da tentativa de reunir numa única publicação, dois clássicos personagens dos quadrinhos, tendo em vista que Pinduca ou Carequinha (criado em 1932 por Carl Anderson) já era dono de sua própria revista desde março de 1953, e Popeye coincidentemente ou não, também começou a ser publicado com sua prórpia revista, em março de 1953, ambos pela EBAL. A verdade é que as 3 edições lançadas, são muito pretendidas pelos colecionadores de quadrinhos, justamente por historicamente haver apenas três exemplares da coleção, e na "lei" da oferta e da procura, ser praticamente "nula", as chances de alguém querer vender ou trocar uma edição dessas!!! Sorte a minha!






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