domingo, 15 de outubro de 2017

JORNAIS ANTIGOS / SUPLEMENTOS INFANTIS / TIRAS DE JORNAIS (OLD NEWSPAPERS / PERIODICO / SUPLEMENTO / COMIC STRIP) - TV TORNADO Nº 33 - 1967 CITY MAGAZINES


TV TORNADO Nº 33 - 1967 CITY MAGAZINES / Uma publicação semanal de todas as terças-feiras, de apenas 20 páginas de papel jornal, no formato pouco menor que o tablóide, totalmente direcionado aos quadrinhos de ação e aventura, trazendo sempre velhos conhecidos do público infanto-juvenil, personagens das tiras de jornais e de séries de sucesso, como Tarzan, O Fantasma, Zorro - O Cavaleiro Solitário, Flash Gordon, Magnus, Viagem ao Fundo do Mar, Bonanza, O Besouro Verde, O Santo, O Agente da UNCLE, Tornado Smith, Capitão Escarlate, entre outros, quadrinhos ingleses e reimpressões americanas. Em carreira solo, carregando somente seu título, Tv Tornado teve um total de 88 edições.









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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - AÍ MOCINHO Nº 37 (1ª SÉRIE) - 1952 - EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) DURANGO KID - CHARLES STARRETT


AÍ MOCINHO Nº 37 (1ª SÉRIE) - 1952 - EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) DURANGO KID - CHARLES STARRETT / Entre novembro de 1949 à fevereiro de 1958, a editora Ebal trouxe ao Brasil, em revistas próprias, o gênero que estava em alta e permaneceria durante anos no topo de vendas de jornais e revistas entre crianças, jovens e adultos do mundo inteiro, o Faroeste! Muitos mocinhos do bang-bang do Cinema, seja do faroeste B ou das grandes produções Cinematográficas, se fizeram presentes em quadrinhos repletos de ação e muito tiroteio! Alguns Cowboys e conhecidos do público através de outras editoras, ou das tiras de jornais aos domingos, nunca tiveram a devida valorização como a Ebal tão bem soube licenciar e publicar no país em quadrinhos específicos para um público cada vez mais repleto de expectativa em comprar, colecionar e comentar sobre o assunto nas barbearias, mercadinhos, bares e panificadoras com os amigos. O sucesso foi uma consequência, e a 1ª série publicada gerou 100 edições de 36 páginas em preto e branco. Várias edições traziam as badaladas fotos de Cowboys das matinés de cinema ou filmes grandiosos do velho oeste, tendo em vista que a televisão brasileira estava prestes ainda, a ser inaugurada no dia 18 de setembro de 1950, e portanto, a única diversão do público em geral, e em grande estilo, era a 7ª arte, ou ouvir através das ondas do rádio, as famosas radionovelas! Muitas capas fotográficas famosas, destacavam velhos conhecidos do público, como Durango Kid (foto de capa), Roy Rogers, Tim Holt, Gene Autry, Hopalong Cassidy, Allan Rocky Lane, Johnny Mack Brown, Randolph Scott, entre outros tantos. Tendo obtido o merecido sucesso na publicação desses quadrinhos, a Ebal lançou a 2ª série de mesmo título "Aí Mocinho", e imediatamente ao término da série anterior, em março de 1958 até junho de 1966, mais 100 edições foram publicadas, sendo que em determinado momento da sequência numérica do quadrinho (, devido ao sucesso de algumas séries produzidas para a TV, já em ascensão nos lares brasileiros, uma porção de fotos de capas trazendo os mocinhos da televisão, despertaram até mesmo, o interesse no público feminino pela compra dos exemplares. Heróis como Bat Masterson, Patrulheiros Toddy (ou do Oeste), Range Rider, Buck Jones, Colt.45 e O Homem do Rifle, se tornaram o título principal do gibi, deixando como sub-título, "Ai Mocinho", até o final da 100ª edição. A edição nº 40 com Bat Masterson, deu inicio ao título principal, mas foi à partir da edição nº 27 que realmente a importância dos seriados exibidos na Tv, originaram as fotos de capas. Isso também ocorreu lá fora, e com mais frequência, obviamente nos Estados Unidos, responsável direto pela grande maioria das produções de filmes e séries. O sub-título "Aí Mocinho", ainda chegou a ser usado da 3ª a 9ª série como eles gostavam de frisar na capa, com exceção para a 4ª que inexplicavelmente não existiu. A descaracterização também, foi um fator que amantes e colecionadores pelo gênero faroeste, não perdoaram. Exemplo? O Super-Herói Gavião Negro foi publicado em 21 edições pela 5ª série (outubro de 1967 / junho de 1969), algo até hoje não justificado para se usar o termo "Aí Mocinho"! A 3ª série teve apenas 6 edições publicadas de Buck Jones (julho de 1966 / dezembro de 1966). Já a 6ª série (agosto de 1970 / outubro de 1971), apresentou em 15 edições, as aventuras de Ben Bowie e os Pioneiros. A 7ª série foi mais longa, com 33 edições (março de 1973 / novembro de 1975), com dois mocinhos da Tv, Paladino do Oeste e O Homem do Rifle. A 8ª série trouxe Nevada Kid em 12 edições (abril de 1980 / março de 1981). A 9ª série (novembro de 1986 / junho de 1987) e na tentativa de elevar a baixa venda das publicações, já que o gênero faroeste nos anos 80 estava em baixa, a Ebal decidiu retornar com o título principal "Aí Mocinho", porém em 8 edições apenas, sendo suspensa pela falta de venda e que a própria editora se justificou nas páginas do gibi. Encerra-se aí, as séries com o termo "Aí Mocinho". Paralelamente a publicação das séries que já tinha os dias contados, Bonanza em formatinho, com 13 edições publicadas entre agosto de 1976 e agosto de 1977 era vendido nas bancas de jornais e revistas, e mesmo a fama e sucesso da série de Tv, não obteve a expectativa de venda da editora. Três edições denominadas de estra ou especial, foram publicadas em 1980/81 com Bonanza (2 edições) e um especial "Os Heróis de Pele Vermelha". Durante os anos de sucesso, 9 almanaques de fim de ano que sempre foram as publicações mais aguardadas pela molecada, e jovens do país, não decepcionaram, de 1953 à 1960 foram 8, e em 1978, chegou às bancas, o último almanaque de "Aí Mocinho" publicado pela Ebal, com o título principal de Bonanza. Usando esse título, o ciclo de "Aí Mocinho", chegava ao seu final, porém, outras publicações do gênero e de grande sucesso, também na mesma época era uma opção para quem buscava, bang-bang, sopapos, tiroteio e grandes vilões que mereciam heróis à altura, com os títulos de The Lone Ranger (Zorro), Epopéia-Tri, Reis do Faroeste, O Poderoso, O Juvenil Mensal entre outros t´tiulos da EBAL!








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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ALMANAQUE OS FLINTSTONES (THE FLINTSTONES) - 1971 / EMPRESA GRÁFICA O CRUZEIRO


ALMANAQUE OS FLINTSTONES (THE FLINTSTONES) - 1971 / EMPRESA GRÁFICA O CRUZEIRO / Apresento a você amigo leitor, e seguidor do Blog Tv a Lenha, o almanaque da Família da Idade da Pedra, trazendo em 68 páginas coloridas, 7 histórias dos Flintstones, e 2 dos Garotos das Cavernas. Mais uma publicação de 1971 da Editora Gráfica O Cruzeiro, a primeira a publicar Os Flintstones no país, em sua própria revista no ano de 1963. No Brasil, o desenho foi apresentado pela REDE TUPI DE TELEVISÃO, em janeiro de 1962, conforme os guias de programação de televisão como REVISTA INTERVALO, REVISTA DO RÁDIO, sendo exibido ao longo dos anos, em praticamente todas as emissoras da época, também em horário nobre, como nos Estado Unidos. A editora americana Dell Publishing Co. Inc., foi a primeira a publicar em quadrinhos durante os anos 50, e 60, e que trouxe ao público infanto-juvenil, os grandes personagens do estúdio Hanna-Barbera, além de adaptações de séries da televisão e filmes. Outra grande americana, a Gold Key também chegou a publicar o título. Nos Estados Unidos, quando o desenho estreou em horário nobre no dia 30 de setembro de 1960 pela Rede ABC, foi sucesso imediato, e consequentemente, uma linha de produtos e artigos para as crianças e os jovens. Especialistas e profissionais de comunicação, explicavam o sucesso devido ao seu lançamento ser direcionado para a família de classe média americana, e seus personagens semelhantes a qualquer um de nós até mesmo para os dias atuais, com suas manias, defeitos, problemas familiares, no trabalho e suas variantes de humor.  













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sábado, 14 de outubro de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - TEX COLEÇÃO Nº 01 - 1986 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) SERGIO BONELLI EDITORE / EDITORA VECCHI / EDITORA GLOBO / MYTHOS EDITORA / EDITORIAL SALVAT


TEX Nº 01 - 1986 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) / Esta é a primeira edição de TEX publicado pela RGE, trazendo a primeira história do Ranger do Texas, "O Totem Misterioso (Il Totem Misterioso)", originalmente publicada na Itália, em 30 de setembro de 1948, criado por Giovanni Luigi Bonelli (roteirista) e Aurelio Gallepini (desenhista), sem dúvida alguma, Tex Willer é o cowboy mais duradouro do universo dos quadrinhos! Tex é uma espécie de polícia especial dos Estados Unidos, onde os xerifes são a autoridade maior numa cidade, sendo Tex, o representante da lei em qualquer lugar do Estado por onde passa. Além disso é o chefe da tribo dos navajos, bem como seu agente indígena para tratar com o governo os destinos da tribo. Pela coragem e perícia, Tex é requisitado sempre a atuar em missões delicadas e especiais, seja em outros Estados, e até mesmo dos limites territoriais dos EUA. Muitas vezes ele perseguiu bandidos no México, nas frias terras do Canadá e em determinado momento, na América do Sul e Oceânia. Claro, ele tem amigo, parceiros e filho nessa longa jornada de tantos anos, Kit Carson (Cabelos de Prata), Kit Willer (Pequeno Falcão), o filho de Tex (Águia da Noite) e  Lilyth (Lírio Branco), além do índio navajo Jack Tigre, estes sempre presentes nas histórias periódicas do herói. E uma galeria de amigos como Cochise, Barba Negra, Ely Parker, O Bruxo Mouro ou El Morisco, etc...além de inimigos de peso em contrapartida, como Mefisto, Tigre Negro, Proteus, Yama, O Mestre, entre outros. Apenas para deixar registrado, a primeira editora a lançar TEX no Brasil, foi a Vecchi em fevereiro de 1977, porém, não seguindo a mesma ordem cronológica Italiana, veio a ser um dos maiores sucesso publicados no país.









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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - CAREQUINHA / PINDUCA (HENRY) Nº 43 - 1955 DELL COMICS / EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL / EDITORIAL LORD COCHRANE (CHILE)


CAREQUINHA / PINDUCA (HENRY) Nº 43 - 1955 DELL COMICS / EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL / EDITORIAL LORD COCHRANE (CHILE) - Criado em 1932 por Carl Thomas Anderson, este simpático personagem acompanhou muita criançada e jovens décadas atrás, Henry, seu nome original, e conhecido no Brasil por Pinduca ou Carequinha, além dos quadrinhos, ou gibis tradicionais que conhecemos, também foi uma tira (comic strip) nos principais jornais de vários países ao redor do mundo. Trata-se de um menino de calças curtas que além de não ter cabelos, possui pernas tortas e que também seu veículo de comunicação além da fala, é a mímica. A distribuição nos EUA começou em 1934 e as tiras se iniciaram em 1935. Com a morte de Anderson em 1948, os quadrinhos continuaram com o desenho de John Liney até a aposentadoria deste em 1979. Don Trachte o sucederia até 2005, quando também veio a falecer. Neste último período, também houve a colaboração de Jack Tippit e Dick Hodgins, Jr. A editora americana Dell Comics, publicou a revista colorida sob o título de Carl Anderson's Henry, num total de 61 exemplares, no período de 1946 a 1961, e considerada a era ou fase de ouro do personagem. Aqui, em algumas publicações de épocas distintas, Pinduca falava normalmente. Pela Editora Brasil-América (EBAL), ele foi publicado entre março de 1953 e junho de 1961, chegando a 100 edições mensais, com o título de PINDUCA. Também foi publicado pela Editorial Lord Cochrane S.A. do Chile, com distribuição exclusiva para o Brassil e Portugal por Fernando Chinaglia Distribuidora S.A., com o título de CAREQUINHA. no final dos anos 60. Vale ressaltar de que a Editora Vecchi também publicou o personagem com o título de Carequinha, em 12 edições entre 1975 e 1977. A capa americana da postagem de hoje, corresponde a edição nº 33 da EBAL publicada em 1955 também.







EDIÇÃO Nº 33 DE 1955 PUBLICADA PELA EBAL COM A MESMA CAPA DA AMERICANA PUBLICADA PELA DELL COMICS

 EDIÇÃO BRASILEIRA PUBLICADA PELA EDITORIAL LORD COCHRANE









EDITORA VECCHI



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