quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - COLEÇÃO TELE COLOR Nº 03 TROQUELADOS - BOBI PAI E BOBI FILHO (AUGIE DOGGIE AND DOGGIE DADDY) - 1963 EDITORA BRUGUERA (EDITORIAL BRUGUERA - ESPAÑA / BARCELONA - HANNA-BARBERA


COLEÇÃO TELE COLOR Nº 03 TROQUELADOS - BOBI PAI E BOBI FILHO (AUGIE DOGGIE AND DOGGIE DADDY) - 1963 EDITORA BRUGUERA / HANNA-BARBERA - Uma coleção da editora espanhola Bruguera com sede em Barcelona, e que no Brasil também obteve relativo sucesso com publicações infanto-juvenis, clássicos da literatura infantil e de personagens dos desenhos animados da televisão que se popularizaram através da editora. Fundada em 1910 por Juan Bruguera Teixidó, inicialmente denominada de "El Gato Negro", o grande salto foi em 1921 com a criação de "Pulgarcito", em formato tablóide, apresentando diversos personagens que curiosamente ficaram restritos à Espanha, e posteriormente nos formatos tradicionais também, foram publicados. Após a morte de seu fundador em 1933, seus filhos  Pantaleón e Francisco Bruguera Grane assumiram a empresa, e em 1939 decidem modificar o nome de "El Gato Negro" para Editorial Bruguera. Até o inicio dos anos 80 algumas publicações ainda tinham sua periodicidade, mas a editora entrou com pedido de falência em 7 de junho de 1982. Em 1986, foi adquirida pelo Grupo Z e transformada em Ediciones B (isso na Espanha). No Brasil, a Bruguera teve sua filial, que logo depois também mudou de nome para “Cedibra”, sendo copropriedade da “Editorial Ibis” e “Livraria Bertrand”. Voltando a Coleção Tele-Color Troquelados, e especificamente nos anos 60, a Bruguera chegou a publicar personagens do estúdio Hanna-Barbera, bem como personagens de outros estúdios em paralelo à Empresa Gráfica O Cruzeiro / Editora O Cruzeiro que era a atual detentora dos direitos de publicações dos títulos americanos de Hanna-Barbera publicados pelas duas maiores editoras americanas na época, a Dell Comics e Gold Key Comics. A coleção Tele-color / Troquelados consiste em uma publicação de 20 cm x 14,5 cm, de 12 páginas somente, com historinhas curtas e bem infantis, de texto simples, e ilustrações grandes com os personagens em várias situações. O diferencial dessa publicação, era o tipo de recorte que havia em toda extensão da lateral direita e parte superior, de forma arredondada, fazendo lembrar de uma sequência de montanhas. A coleção ainda teve o "Minitroquelados", e o "Super Troquelados". Abaixo, você terá uma idéia do livrinho, ou se for da época, irá se recordar dos bons tempos de sua infância e juventude! CURIOSIDADE: O título do desenho aqui neste exemplar, aparece como Bobi Pai e Bobi Filho, quando deveria ser Bibo Pai e Bobi Filho.




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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - INTERVALO (INTERVAL MAGAZINE) Nº 0 / EDIÇÃO PREMIÉRE - 1963 EDITORA ABRIL (CHICO ANÍSIO / ZÉLIA HOFFMAN / CLASSIC TV SHOWS)


REVISTA INTERVALO (INTERVAL MAGAZINE) Nº 0 / EDIÇÃO PREMIÉRE - 1963 EDITORA ABRIL (CHICO ANÍSIO / ZÉLIA HOFFMAN / CLASSIC TV SHOWS) - Mais uma postagem de um exemplar da Revista InTerValo, uma das primeiras publicações especializadas em temas relacionados à televisão brasileira e mundial. Esta edição nº 0, é a "avant-premiére" que a editora Abril presentearia os leitores nos anos a seguir, e de todas as semanas. A edição postada aqui, mostra em suas 68 páginas, tudo que a revistinha traria de novidade na grade de programação da televisão brasileira, enfim, uma revista pequena mas completa em seu conteúdo. A Editora Abril em 1963, quando lançou a edição nº 1 da Revista InTerValo, com a cantora Morgana na capa, já havia projetado em sua meta,  garantia de sucesso absoluto sem precisar estabelecer ou direcionar um ou outro gênero somente, pois a televisão já era fato, e as transmissões com sua programação de cada canal durante o inicio da hora do almoço até à noite, era um assunto interessante e curioso para a população que estava começando a adquirir um aparelho televisor (assim era a denominação na época), pois ninguém queria ficar para trás daqueles que já possuíam esse objeto de desejo, embora de valor muito alto para os padrões da época. InTerValo veio preencher essa necessidade aliada a curiosidade de saber os dias e horários de seus programas e seriados do seu canal preferido, as fofocas das novelas, da Jovem Guarda, do lançamento de séries e desenhos na grade de programação, shows de auditório, os discos (LP's), letras das principais canções de sucesso no país  da semana, e compactos com os sucessos do momento, os campeões de vendas, críticas de programas e shows, enfim, tudo relacionado à televisão, numa única publicação. Após o inicio de adaptação e vendas da revista, ao longo dos anos, a editora Abril teve a idéia de também publicar num mesmo exemplar, a grade de programação de outras cidades de estados brasileiros, como Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Porto Alegre, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Vale deixar o registro de que a Revista InTerValo até 1972, em seus quase 10 anos de existência, foi referência para muitos leitores, e profissionais da área de comunicação, servindo de guia e comentários para as emissoras de rádio no país. InTerValo foi perdendo espaço com o surgimento de outras publicações maiores "Amiga, Fatos e fotos, Cartaz, etc"...e não conseguiu acompanhar a quantidade de títulos e a guerra do mercado editorial cada vez mais competitivo.















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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - DIVERSÕES JUVENIS 2ª SÉRIE - EDIÇÃO ESPECIAL Nº 29 - JORNADA NAS ESTRELAS (STAR TREK) - EDITORA ABRIL



DIVERSÕES JUVENIS 2ª SÉRIE - EDIÇÃO ESPECIAL Nº 29 - JORNADA NAS ESTRELAS (STAR TREK) - EDITORA ABRIL / Uma publicação mensal de 68 páginas coloridas, trazendo sempre a cada mês, personagens clássicos dos quadrinhos, seriados e desenhos animados da televisão. Esta publicação teve um total de 41 exemplares, com títulos atraentes como O Gordo e o Magro, Pica-Pau, Pantera Cor-de-Rosa, Piu-Piu e Frajola, Bolinha, Folias Romanas (Os Muzzarellas) Faísca e Fumaça (Pic e Nic / Heckle and Jeckle), Abbott e Costello, Alceu e Dentinho (Rocky e Bullwinkle), A Corrida Maluca, Super Mouse, Sacarrolha, Super-Heróis da Tv, Speed Racer, e alguns personagens desaparecidos durante alguns anos, que essa determinada geração dos anos 70, não os conhecia, como Sideral, Birutéia, Arquimedes a Coruja, Bimbo o Elefante, Bicão e Bicudo, Os Monstrinhos, e a famosa série de televisão adaptada para os quadrinhos, Jornada nas Estrelas que teve sua estréia na edição nº 25 de agosto de 1975, e justamente essa edição especial nº 29 de dezembro de 1975, juntamente com a edição regular que trazia na capa, Alceu e Dentinho. Posteriormente, essas duas edições seriam as edições 1 e 2 de um total de 6 com título próprio, entre 1975 e 1976, sendo praticamente sua publicação, trimestral. Vale ressaltar de que Jornada nas Estrelas teve em 1971, a sua primeira publicação no Brasil, através da Editora Brasil-América (Ebal), num total de 12 edições mensais em preto e branco de 36 páginas, mais 4 edições de Terra de Gigantes, da mesma série Hiper.






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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - COLEÇÃO TELE COLOR Nº 11 TROQUELADOS - OS FLINTSTONES (THE FLINTSTONES) - 1965 EDITORA BRUGUERA (EDITORIAL BRUGUERA - ESPAÑA / BARCELONA - HANNA-BARBERA


COLEÇÃO TELE COLOR Nº 11 TROQUELADOS - OS FLINTSTONES (THE FLINTSTONES) - 1965 EDITORA BRUGUERA / HANNA-BARBERA - Uma coleção da editora espanhola Bruguera com sede em Barcelona, e que no Brasil também obteve relativo sucesso com publicações infanto-juvenis, clássicos da literatura infantil e de personagens dos desenhos animados da televisão que se popularizaram através da editora. Fundada em 1910 por Juan Bruguera Teixidó, inicialmente denominada de "El Gato Negro", o grande salto foi em 1921 com a criação de "Pulgarcito", em formato tablóide, apresentando diversos personagens que curiosamente ficaram restritos à Espanha, e posteriormente nos formatos tradicionais também, foram publicados. Após a morte de seu fundador em 1933, seus filhos  Pantaleón e Francisco Bruguera Grane assumiram a empresa, e em 1939 decidem modificar o nome de "El Gato Negro" para Editorial Bruguera. Até o inicio dos anos 80 algumas publicações ainda tinham sua periodicidade, mas a editora entrou com pedido de falência em 7 de junho de 1982. Em 1986, foi adquirida pelo Grupo Z e transformada em Ediciones B (isso na Espanha). No Brasil, a Bruguera teve sua filial, que logo depois também mudou de nome para “Cedibra”, sendo copropriedade da “Editorial Ibis” e “Livraria Bertrand”. Voltando a Coleção Tele-Color Troquelados, e especificamente nos anos 60, a Bruguera chegou a publicar personagens do estúdio Hanna-Barbera, bem como personagens de outros estúdios em paralelo à Empresa Gráfica O Cruzeiro / Editora O Cruzeiro que era a atual detentora dos direitos de publicações dos títulos americanos de Hanna-Barbera publicados pelas duas maiores editoras americanas na época, a Dell Comics e Gold Key Comics. A coleção Tele-color / Troquelados consiste em uma publicação de 20 cm x 14,5 cm, de 12 páginas somente, com historinhas curtas e bem infantis, de texto simples, e ilustrações grandes com os personagens em várias situações. O diferencial dessa publicação, era o tipo de recorte que havia em toda extensão da lateral direita e parte superior, de forma arredondada, fazendo lembrar de uma sequência de montanhas. A coleção ainda teve o "Minitroquelados", e o "Super Troquelados". Abaixo, você terá uma idéia do livrinho, ou se for da época, irá se recordar dos bons tempos de sua infância e juventude!





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terça-feira, 13 de novembro de 2018

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - TOPO GIGIO Nº 01 - 1969 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) - ITALY


TOPO GIGIO Nº 01 - 1969 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) /  Num formato um pouco maior que o americano, as aventuras de Topo Gigio nos quadrinhos e em edições periódicas, foi publicado no Brasil pela Rio Gráfica Editora, a conhecida RGE, justamente no mês seguinte (junho) do mesmo ano de sua estréia na televisão, em 1969. O exemplar apresentado aqui, é a edição nº 1 trazendo 52 páginas coloridas com 7 aventuras do ratinho, um poster na página central, e muitos passatempos além de um boneco fantoche para ser feito numa das folhas do gibi. No dia 8 de Maio de 1969, estreava na Tv Globo todas às quintas-feiras às 20h30, o Programa Mister Show. Uma produção de Cícero Carvalho, e com apresentação de Agildo Ribeiro. Mister Show era um programa de auditório composto de quadros humorísticos, calouros-mirins, imitações, números musicais e entrevistas. O que talvez não se imaginava, é de que a participação de um bonequinho fosse ter tanto destaque como o ratinho falante Topo Gigio, criado na Itália em 1958 por Maria Perego, o pequeno roedor ganhou fama internacional. Em seu país, ele contracenava com nada mais, nada menos que com a atriz Gina Lollobrigida. Nos Estados Unidos, fazia parte do famoso programa de Ed Sullivan durante algumas temporadas. A 1ª exibição de Topo Gigio na televisão brasileira, rendeu ao programa excelente audiência. A participação de 15 minutos da marionete era previamente gravada, para que não fossem revelados os truques de manipulação. Em 1970, Mister Show passou a ser apresentado por Luis Carlos Miele. O programa acabou em novembro desse mesmo ano, mas o ratinho permaneceu no ar, no infantil Topo Gigio Especial, só que desta vez apresentado aos sábados às 13h30. Feito de espuma de borracha, e com aproximadamente 22 cm, com olhares tímidos, Gigio e Agildo Ribeiro tornaram-se mania nacional da noite para o dia. O ratinho teve seu rosto estampado em diversos tipos de produtos, entre eles, uma revistinha e bonecos de plástico. Agildo Ribeiro e Topo Gigio viviam uma relação de pai e filho, na qual Agildo cumpria as obrigações dos adultos em conversar com as crianças. E logicamente que Gigio naquele momento, ocupava o espaço que seria da criançada. Perguntas e respostas entre os dois faziam a alegria da garotada e da juventude. Em uma época inocente onde a televisão já era um veículo de massa, eram perguntas do dia a dia em família, que atentamente eram observadas pelos baixinhos de plantão: Você já tomou seu banho hoje? Já escovou os dentes? O que vocês fizeram hoje?  E Gigio, respondia animado a todas as perguntas. No final, recomendava uma boa noite a todos, e ia direitinho para a cama dizendo e querendo “beijinho de boa noite!” Topo que quer dizer pequeno, foi criado por uma professora italiana que imaginou um ratinho simpático como forma de entreter e educar as crianças através de programas de variedades e educacionais. Em cada país que Gigio foi lançado, ele sempre contracenou com alguém famoso, só não me perguntem com quem, principalmente em se tratando de Japão, Inglaterra, Irã, Alemanha e Espanha! O sucesso internacional, levou o ratinho para o Cinema, com uma produção de 1961 “Lê Avventure di Topo Gigio”, e nos Estados Unidos com o título de “The Magic World of Topo Gigio”, e Topo Jijo Non Botan Senso (Japão), também conhecido como Topo Gigio and the Missile War. Muitas mudanças e polêmicas ocorreram com o personagem desde sua estréia na TV Globo em 1965, até sua transferência para a TV Bandeirantes. O programa causou um certo alvoroço quando alguns psicólogos e educadores acusaram o personagem de só incentivar o lado bom das crianças, deixando de lado a agressividade e a maldade, necessárias para equilibrar a formação da personalidade infantil. A série deixaria a TV brasileira em novembro de 1970. Em 1983, o personagem voltaria a telinha, desta vez na TV Bandeirantes, com o programa Boa Noite Amiguinhos, que passou despercebido. Em 1987, nova tentativa, agora com um novo companheiro para Topo Gigio, o ator Roberto Petráglia. Novamente não houve a repercussão esperada e o personagem foi novamente retirado do ar. Em 2000, a Rede Globo tentou trazer o boneco de volta, dessa vez dentro do programa Zorra Total, mas desistiu diante dos altos custos que a empresa italiana, detentora dos direitos do personagem, pediu para liberar Topo Gigio.  Ele adorava cantar e dançar, especialmente a música “Meu Limão Meu Limoeiro”, e sempre no final do programa aparecia de pijama, quando rezava para dormir, ensinando as crianças a rezar também. A verdade é que esses programas de comunicação simples e até ingênua, fizeram parte de uma época em que todos os artistas e funcionários das emissoras, buscavam sempre o entretenimento e a informação ao telespectador, além do próprio aprendizado natural de cada um, sempre caminhando juntos para o desenvolvimento da televisão brasileira. Agora, me diz aí: - Você não sente falta do “boa noite”do Topo Gigio?














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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - MANDA-CHUVA (TOP-CAT) Nº 03 - 1968 EMPRESA GRÁFICA O CRUZEIRO / HANNA-BARBERA


MANDA-CHUVA (TOP-CAT) Nº 03 - 1968 EMPRESA GRÁFICA O CRUZEIRO / Primeira editora no Brasil a publicar periodicamente os personagens do estúdio Hanna-Barbera, a editora O Cruzeiro lançou um total de 67 edições dessa turma de gatos que tem como líder, o Manda-Chuva, um gato malandro, porém cativante e de coração bom. Entre 1964 e 1971, em edições bimestrais primeiramente, até nov / dez de 1967, para posteriormente publicar edições mensais até o encerramento final pela editora em junho de 1971. Edições em cores no formato americano, de 36 páginas coloridas, seguindo a linha das duas maiores editoras americanas a publicarem o respectivo estúdio HB, a Dell Comics e Gold Key Comics, em sua maior e melhor época de lançamentos de séries da televisão e desenhos de estúdios famosos, entre a década de 60 e 70. Abaixo, você verá além da capa e contra capa, imagens de todas as histórias publicadas neste exemplar.






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