domingo, 19 de novembro de 2017

GIBIS ANTIGOS / SÉRIES DE TV (CLASSIC COMICS / CLASSIC TV SHOWS) - O FALCÃO NEGRO (BLACK HAWK - THE BRAZILIAN COMIC) Nº 19 - 1960 EDITORA GARIMAR / GARIMAR S.A.


O FALCÃO NEGRO (BLACK HAWK - THE BRAZILIAN COMIC) Nº 19 - 1960 EDITORA GARIMAR / GARIMAR S.A. - No dia 29 de janeiro de 1954, estreava na Tv Tupi todas às quartas-feiras e sextas-feiras às 19h45, o seriado de aventuras infanto-juvenil, O Falcão Negro,  criado e escrito por Péricles Leal, que naqueles tempos tinha apenas 24 anos de idade, responsável pelo roteiro e também na direção, que mais tarde, ficou a cargo de Heitor de Andrade, e por algumas vezes, pelo próprio ator José Parisi. Com dois atores fixos somente, José Parisi, que imortalizou o Falcão Negro e Haydée Miranda como a doce e frágil Lady Bela. Parisi vinha de vários trabalhos realizados no Grande Teleteatro Tupi e no TV de Vanguarda, enquanto Haydée era famosa nas radionovelas. O herói mascarado foi interpretado por dois atores diferentes, ressaltando-se de que naquela época, não havia o videoteipe, tudo era feito ao vivo, e bem por isso, houve a necessidade de se convocar uma outra dupla para repetir o sucesso na TV Tupi do Rio de Janeiro. E assim, lá o Falcão Negro foi brilhantemente vivido por Gilberto Martinho e Lady Bela coube à jovem atriz Delly Azevedo. Tudo era feito na base do improviso e muitas vezes a "morte" do bandido não acontecia exatamente como havia sido ensaiado anteriormente. Mas o público perdoava todas as falhas e o seriado ficou no ar por dez anos, até 1964. Inspirado no personagem de Robin Hood, com pitadas de Zorro (capa e espada), o Falcão Negro era o alter ego de Jean Saint-Germain, nobre da corte francesa na Idade Média, cuja família fora morta pelo terrível barão Malik. O nobre Jean Saint-Germain teve, então, no caminho de sua vingança, um encontro inesperado com os Bandoleiros da Floresta, uma espécie de grupo rebelde, inimigo do barão Malik. Ali o nobre Jean conheceu os bandoleiros Raposa, Pé-de-Coelho, Sorriso, Louro… todos eles capitaneados pelo Pardal. E foi o próprio Pardal que, ao ver a determinação de Jean contra o barão, lembrou das palavras de Negro Vento, um velho maluco que anda pela floresta. Dizia ele: “Um dia, um falcão negro sobrevoará esta região e, empunhando uma espada, libertará o seu povo”. Surgia, então, o Falcão Negro, espadachim dos melhores, que usava uma máscara e tinha um falcão em desenho relevo, numa espécie de colete de couro. E no combate a todas as maldades, o Falcão Negro tinha como motivação o amor pela doce Lady Bela, também uma nobre.  O Falcão Negro e Lady Bela formaram o primeiro par romântico de um seriado de aventura na televisão brasileira. Como o programa era transmitido ao vivo, tornava-se comum o improviso e os acidentes de trabalho durante a exibição das aventuras, como o de Jece Valadão, que acertou um banco na cabeça de Gilberto Martinho, fazendo os espectadores pensarem que o ator tinha morrido. Como exemplo de improviso temos essa história sobre um dos figurantes que já tinha um certo temor de enfrentar o jeito naturalista com que Gilberto Martinho, utilizava sua espada. Já escolado com as estocadas que levava toda semana, resolveu radicalizar. Não deixava mais Martinho aproximar-se em cena. Certo dia, marcado para morrer pela espada maldita, o figurante manteve sua determinação. Falcão Negro puxou a arma, apontou-a para o figurante e soltou a frase-clichê: "Morra, miserável!". Antes que a espada tocasse o corpo do ator, ele pulou para trás escapando do golpe mortal. No entanto, ator consciente, o tal figurante, mesmo fugindo da estocada, respeitou a marcação e caiu morto. A cena teria ficado incompreensível, não fosse a presença de espírito de Gilberto Martinho que, mesmo surpreso diante da reação inesperada do inimigo, alterou o diálogo com precisão: - Quer dizer que, além de miserável, és cardíaco? Até o ex-todo poderoso Boni, iniciou na televisão, ganhando um pequeno papel na série, como o Arqueiro Pé-de-Coelho, o mensageiro do herói. As lutas de espada ocorriam quase de forma verídica em meio a cenários de florestas, pontes levadiças e interior de castelos, tudo criado pelos cenógrafos Klauss Frankie e Alexander Korowajcz. E obviamente que diante das dificuldades das cenas de ação, certos tipos de eeros em cena aconteceriam. Assim como José Parisi, em São Paulo, Gilberto Martinho dedicava-se ao máximo nas cenas de luta do herói espadachim tendo como resultado muitas idas e vindas ao pronto-socorro. Além Haydée Miranda, Delly Azavedo, e Zuleika Maria, a Lady Bela também foi interpretada pelas atrizes Renée Mara, Paulete Silva e Leda Vale. Porém, independente da co-protagonista, o fato é que segundo se dizia à época Gilberto Martinho vivia e respirada o Falcão Negro 24 horas por dia. Tendo em vista o grande sucesso da série, em 1958, a Discos Carroussell lançou “As Aventuras do Falcão Negro”, LP com a história que contava a origem do herói, interpretada pelos atores da versão carioca. Na França medieval, para vingar o pai, morto por um tirano, o jovem nobre Jean de Saint Germain assume a identidade do Falcão Negro, um espadachim mascarado. Realizada a vingança, o Falcão Negro decide seguir a vida de aventureiro, combatendo o crime e estabelecendo os padrões de ética e justiça desde as montanhas do Tibet até as águas do Pacífico, passando por terras misteriosas como os reinos de Almira, Laperce e das Amazonas, ou a estranha região dos Homens-Pássaros. O LP foi produzido por Péricles Leal, com música e direção musical do maestro Alceu Bocchino e coordenação de Stockler de Moraes. também no mesmo ano, a Garimar S.A., editora de propriedade de Ilo Iloy Lund, publicou uma versão em quadrinhos, do personagem, e tendo como desenhistas, Walter Peixoto, Getúlio Delphin, Juarez Odilon, Newton Coutinho, Edmundo Rodrigues e Fernando de Lisboa. Um total de 25 edições entre 1958 e 1960, uma edição especial de Natal e um Álbum de Figurinhas. Falcão Negro marcou época na televisão brasileira, quatro anos após sua inauguração, pela TV PRF-3, a saudosa Rede Tupi de Televisão. Infelizmente não se tem registros de algum episódio completo da série nas mãos de alguém, seja do meio da comunicação, familiares ou entre colecionadores, o que se encontra, são apenas poucos segundos de um tempo que este sim, não conseguiremos trazê-lo de volta! Vale lembrar de que isso só seria possível, se alguém tivesse uma câmera doméstica de filmagem, algo muito comum, seja de super 8, 8mm ou 16mm, importadas. OBS: A CAPA DO GIBI EU MODIFIQUEI O FUNDO DA COR, NA TENTATIVA DE MELHORAR SUA QUALIDADE







F  I  M

sábado, 18 de novembro de 2017

REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - QUERIDA Nº 19 - 1ª QUINZENA DE 1955 / MARÇO - RIO GRÁFICA EDITORA (RGE)


QUERIDA Nº 19 - 1ª QUINZENA DE 1955 / MARÇO - RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) / Mais uma edição no blog, desta publicação da RGE, com 68 páginas repletas de assuntos dirigidos ao universo feminino. Quinzenalmente nas bancas, "Querida" abordava vários assuntos, corte e costura, cabelo, maquiagem, decoração, culinária, contos, novelas, hollywood, cinema, horóscopo, etc. Querida foi um marco da RGE, vendia muito, e ousou pela primeira vez no Brasil, ao abordar o tema sobre a sexualidade feminina, tornando-se uma referência a todas as moças da época, desde as primeiras edições de 1954. Foto da última capa: JOHN WAYNE, nome artístico de Marion Robert Morrison, nascido em Winterset, 26 de maio de 1907, Los Angeles, e falecido em 11 de junho de 1979 com uma longa e irretocável carreira Cinematográfica. Em todas as edições da Revista Querida, a última capa sempre foi dedicada para atrizes e atores da 7ª arte.







F  I  M

sábado, 11 de novembro de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS / BANDA DESENHADA - BD) - COLECÇÃO CONDOR / COLECÇÃO CONDOR POPULAR E COLECÇÃO ALVO - AGÊNCIA PORTUGUESA DE REVISTAS (EDIÇÃO DE AGUIAR & DIAS LTDA) - LISBOA / PORTUGAL


COLECÇÃO CONDOR / COLECÇÃO CONDOR POPULAR E COLECÇÃO ALVO - AGÊNCIA PORTUGUESA DE REVISTAS (EDIÇÃO DE AGUIAR & DIAS LTDA) - LISBOA / PORTUGAL - Uma publicação de Portugal, trazendo ao leitor infanto-juvenil, dezenas de personagens ao longo dos anos de suas edições em 2 principais formatos diferentes: 


Coleção Condor 14 cm x 21 cm era distribuído mensalmente, tendo seu inicio em abril de 1951 até abril de 1956, com os seguintes personagens publicados: Aguia Branca, Anita Diminuta, Big Ben Bolt, Billy the kid, Brick Bradford, Buffalo Bill, Cisco Kid, Cuto, Fantasma, Flash Gordon, Jim das Selvas, Johnny Hazard, Kit Carson, Lanzudo, Lone Ranger, Mandrake, Nasdine Hodja, Nick Halliday, Plácido & Mosca, Principe Valente, Rip Kirby, Roy Rogers, Rusty Riley, Superman, Tarzan, Tim Tyler's Luck, Tom Mix, Tomahawk Tom, Vulko Tiján. 


Coleção Condor Popular 10,5 cm x 14,5 cm teve seu inicio em dezembro de 1954 até abril de 1972, com os personagens: Agente Secreto X-9, Big Ben Bolt, Brick Bradford, Buck Jones, Buck Rogers, Capitão Audaz, Capitão Caribe, Cisco Kid, Diana Decker, Fantasma, Flash Gordon, Gene Autry, Hook Slider, Horton Smith, Jeff Cobb, Jeff Hawke, Jim das Selvas, Joe Kelly, Joe Palooka, Johnny Hazard, Kerry Drake, Kit Carson, Lance, Lone Ranger, Mandrake, Plácido & Mosca, Principe Valente, Red Canyon, Rip Kirby, Roy Rogers, Rusty Riley, Sigur, Sílvia Milhões, Tim Tyler's Luck.



Coleção Alvo também no formatinho pequeno de 10,5 cm x 14,5 cm aproximadamente, teve basicamente, o universo do faroeste. A quantidade de páginas sempre a mesma, Condor Popular com 32 páginas, porém, numa sequência numérica tal como fascículos de coleções para encadernar, ou seja, a numeração era contínua a cada edição nas bancas, assim como a Coleção Condor, todas em papel jornal. E a Coleção Alvo de 32 páginas em um tipo de papel jornal mais liso, com capa e contracapa em cores, acompanhando na contracapa, com estampas (figurinhas) do esporte, cinema e televisão. De rotina, sempre com uma história completa, e um conto com alguma ilustração, e ainda alternadamente, apresentando algum personagem local de quadrinhos em uma piada rápida de uma folha. 



Zorro, o famoso The Lone Ranger apareceu pela primeira vez em sua primeira aventura em Portugal, como Bronco Bustin, o Máscara Negra no fascículo 7, do volume 1 da Colecção Condor, conforme foto abaixo:








Obs: um agradecimento especial ao amigo PEDRO SOBRAL, residente em Portugal, e responsável direto por eu ter adquirido essas edições portuguesas, ao PAULO STELLA que me proporcionou uma visita ao barracão de raridades onde se encontra o grande acervo de José Manuel Sobral, colecionador português falecido em 2015. É um acervo ímpar, reunido ao longo de 63 anos de colecionismo e se destaca por reunir peças em inglês, português francês, italiano e espanhol. Possui todos os gêneros e editoras, europeias, americanas e brasileiras. E meu agradecimento também, ao PROF. LUIZ FERNANDO FERRAZ AMSTALDEN, pelo contato, todos responsáveis pelo HQ, COMICS E BANDA DESENHADA ACERVO SOBRAL.
F  I  M

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ZORRO (THE LONE RANGER) Nº 01 - 4ª SÉRIE / 1977 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL)


ZORRO (THE LONE RANGER) Nº 01 - 4ª SÉRIE / 1977 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / A 4ª série de Zorro, além das 33 edições publicadas pela saudosa EBAL, entre abril de 1977 e dezembro de 1979, apresentou ao leitor, um novo formato, com as mesmas 36 páginas em preto e branco. Ao lado de Tarzan, Batman e Superman, sem dúvida alguma, foi um dos mais longos títulos publicados, e porque não dizer que foi também, a "cereja" do bolo da editora?! Foram mais de 400 edições publicadas somente pela EBAL, desde março de 1954, além de 20 almanaques de fim de ano. Realmente, com uma contagem dessas, não dá para não dizer ou relacionar o grande sucesso do cavaleiro solitário em terras brasileiras. Essa popularidade sempre foi compartilhada no Brasil, onde qualquer produto do Zorro era sucesso certo. Por isso existe a grande pergunta se o personagem The Lone Ranger foi batizado dessa forma por confusão mesmo, ou por oportunismo comercial das editoras de quadrinhos que não detinham os direitos de publicação do verdadeiro Zorro (da Disney de capa e espada), e por isso buscavam genéricos. Tal confusão foi posteriormente compartilhada pela televisão e pelo cinema. Quando a popular série de TV (nos Estados Unidos) do Lone Ranger chegou ao Brasil, foi chamada por aqui de As Aventuras de Zorro - O Cavaleiro Solitário, seguindo uma tendência já inaugurada pelos gibis. The Lone Ranger é um personagem originalmente criado para uma radionovela norte-americana, por George Washington Trendle e o escritor Frank Striker, em 1933. Sua identidade secreta é do ranger (guarda rural texano) John Reid, embora ele não a use. O herói sempre está de máscara, e só oculta o nome verdadeiro para que sua família não sofra as consequências caso seu verdadeiro nome seja conhecido. Na verdade, ele tem bem poucas semelhanças com o Zorro, apesar da máscara negra. Afinal, o Cavaleiro Solitário se veste de maneira bem mais “colorida”  geralmente camisa azul, ou vermelha.  Seu chapéu é indefectivelmente branco (como o era todos os chapéus dos mocinhos do velho-oeste nos anos 50, onde o chapéu negro cabia para os bandidos). Branco também era seu cavalo, o famoso Silver. Suas principais armas eram seus colts 38, onde disparava sempre balas de prata, sua marca registrada. Na televisão, Lone Ranger não matava, sua mira era tão certeira, que ele podia desarmar os bandidos atirando diretamente no seu revólver. Também era um excelente lutador corpo a corpo, e tinha como parceiro constante o índio Tonto, um índio da tribo Navajo que o salvou de morte certa quando ainda era um "Ranger", e foi pego em uma emboscada por uma quadrilha de bandidos. Na verdade, existe uma versão original onde tonto já era seu amigo desde infância. Onde quando essa embocada acontece, o índio guerreiro o encontra e reconhece seu amigo de infância e intervém. Posteriormente, essa origem seria modificada, para tons menos racistas, com o grupo de rangers, incluindo seu pai e seu irmão, assassinado por criminosos, e John às portas da morte, sendo encontrado por Tonto. Com os criminosos acreditando que todos os rangers estavam mortos, Reid adota uma máscara e passa a agir sob uma identidade secreta, de forma a proteger a viúva de seu irmão, e seu sobrinho, Dan Reid Jr. Assim os criminosos não sabem quem de fato é o Cavaleiro Solitário, e não podem se vingar através da família do herói. Para manter o disfarce, ele não volta mais a sua identidade original, que para todos os efeitos, está morta. A radionovela teve bastante sucesso, motivando a produção de filmes e séries para o cinema e, claro, tiras em quadrinhos para o jornal. Em 1948 surgiram as primeiras revistas em quadrinhos, cujos direitos foram adquiridos pela editora Ebal, que as lançou por aqui a partir dos anos 50. Ele também chegou desde cedo no Brasil, com suas primeiras tiras em quadrinhos sendo publicadas pelo Globo Juvenil em dezembro de 1938. Além desse tabloide, as tiras seguiram em outras publicações, ao longo dos anos 40, tais como Gibi Tri-Semanal, Almanaque de O Globo Juvenil, Biriba, Novo Gibi, Novo Globo Juvenil e Guri. Cada veículo dava um nome diferente ao pistoleiro mascarado, tais como Guarda Vingador, Justiceiro Mascarado, Kid Roger, Cavaleiro Mascarado, além de claro, Zorro, e até mesmo o nome original, Lone Ranger, mantido sem tradução. Para os historiadores dos quadrinhos, isso acontecia pela dificuldade dos tradutores da época em traduzir a palavra “Ranger” para um termo fácil em português. Afinal Ranger é uma espécie de guarda rural montado, que existia no estado do Texas, em meados do século XIX. De acordo com outra teoria, os distribuidores confundiam os dois personagens devido a uma série de coincidências. Primeira: em 1936 o ator Robert Livingstone interpretou o Zorro hispânico em The Bold Caballero e também fez o Cavaleiro Solitário no seriado da Republic The Lone Ranger Rides Again. Segundo: Clayton Moore, que interpretou o herói cowboy na série de TV também interpretou um descendente do herói espadachim no seriado da Republic The Ghost of Zorro (1949). Quando a Ebal adquiriu os direitos da revista em quadrinhos da Dell Comics, optou pelo Zorro, muito provavelmente por razões comerciais. Na sua primeira edição, lançada em março de 1954, havia ainda um subtítulo, As Aventuras de Lone Ranger, mas logo isso caiu por terra. Além dos gibis, a popularidade do personagem refletia na TV, ou até mesmo o contrário, a popularidade da TV era que refletia nos quadrinhos, impulsionando as vendagens. O Cavaleiro Solitário foi uma série de enorme sucesso nos EUA, com Clayton Moore no papel título e Jay Silverheels, o índio Tonto (tribo Mohawk / no Brasil Navajo), seu inseparável parceiro. O programa foi produzido de 1949 até 1957 em 5 temporadas totalizando 221 episódios de 25 minutos de duração. De 1949 à 1956, os episódios foram produzidos em preto e branco, e parte de 1956 / 57, em cores). ao longo dos anos, vários episódios foram colorizados por computador. A verdade que esse herói do Faroeste ainda hoje mantém viva, uma legião de fãs e seguidores de suas histórias em quadrinhos, seus filmes de cinema e da televisão, e como eu mesmo sempre disse quando tive meu programa de rádio, "certas séries e desenhos animados, bem como quadrinhos, não tem prazo de validade", esse é um bom exemplo disso!!!                                                          




F  I  M

terça-feira, 7 de novembro de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - MAVERICK Nº 15 - 1961 DELL COMICS


MAVERICK Nº 15 - 1961 DELL COMICS / Uma publicação da Editora Dell Comics, Maverick foi uma série de Tv de grande sucesso por onde foi exibida, uma produção de 1957 até 1962, com 124 episódios de 50 minutos de duração, divididos em 5 anos de produção, sendo seu criador, Roy Huggins. Estrelada por James Garner (Bret), Jack Kelly (Bart), e depois de algum tempo, Roger Moore (Beau) e Robert Colbert (Brent), como jogadores de poker, eles arrumavam muita confusão a cada episódio exibido. Uma série de faroeste e com um refinado senso de humor, o que caracterizou muito durante a carreira de dois atores da série, James Garner e Roger Moore, fosse na televisão ou no cinema, o humor sarcástico de ambos, modificaram alguns conceitos de padrões adotados de gêneros televisivos e cinematográficos. No inicio da série, somente James Garner era o protagonista, como Bret Maverick, um jogador aventureiro do velho oeste, isso ocorreu até 1960, quando se juntou a ele, Jack Kelly, como seu irmão Bart. Logo após, veio Roger Moore, como um primo inglês com sotaque tipico e tal como na série futura em que estrelaria ao lado de Tony Curtis, "The Persuaders". E mais para o final da série, já em franca decadência após um sucesso estrondoso, entra Robert Colbert, como mais um irmão na série, porém, por pouco tempo, tendo seu cancelamento ocorrido em 1962. Os quadrinhos surgiram justamente no último ano da série aqui no Brasil, e ainda com a exibição dos episódios na tv, os exemplares tiveram sempre um lugar cativo para o público infanto-juvenil na época. DETALHE: PROCURE NO BLOG, A EDIÇÃO BRASILEIRA COM A MESMA CAPA DESTA PUBLICAÇÃO, PELA EMPRESA GRÁFICA O CRUZEIRO, COM HISTÓRIAS DIFERENTES!







F  I  M

domingo, 5 de novembro de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - DON GATO (TOP CAT) Nº 31 - 1973 EDICOL (EDICIONES COLOMBIANAS) HANNA-BARBERA



DON GATO (TOP CAT) Nº 31 - 1973 EDICOL (EDICIONES COLOMBIANAS) / Uma publicação da Colômbia em 36 páginas coloridas, com os clássicos personagens do estúdio de Hanna-Barbera. O título Don Gato se refere ao Manda-Chuva (Top Cat), mas que curiosamente em suas edições, nem sempre trazia histórias com o gato malandro e sua turma.







F  I  M