domingo, 7 de agosto de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - RIQUINHO (RICHIE RICH) Nº 28 - 1970 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE)


RIQUINHO (RICHIE RICH) Nº 28 - 1970 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) / Publicado no Brasil pela primeira vez através da RGE, Riquinho teve 190 edições entre 1968 e 1983, alternando de bimestral para quinzenal até se firmar em edições mensais. Ele apareceu pela primeira vez na edição n 01 de Little Dot, Brotoeja no Brasil, em setembro de 1953. Personagem da Harvey Entertainment, o filho único do casal mais rico do mundo, tornou-se rapidamente o personagem mais popular da editora Harvey, principalmente à partir de 1960, quando ganhou sua própria revista, devido ao sucesso junto aos leitores, que de alguma forma se identificavam com o personagem, mesmo com uma aparência de menino rico, o que era a mais pura verdade, ele tinha carisma, e bom coração, preferindo brincar com seus vizinhos e amigos pobres, que gostam das coisas simples da vida. Criado por Sid Jacobson e Warren Kremer, o sucesso foi rápído e inevitável também, sua ida para a televisão em forma de desenhos animado entre 1980/82. Em 1994 foi produzido um filme, com Macaulay Culkin no papel de Riquinho. Para aproveitar o sucesso da fita, lançou-se um segundo desenho em 1996. Dois anos depois veio a sequência do filme, com David Gallagher substituindo Culkin, porém, os dois filmes não obtiveram a expectativa desejada, tanto no plano financeiro como de sucesso de público, mesmo com o ator mirim que vinha da sequência do mega-sucesso "Esqueceram de Mim". Nos quadrinhos, foi onde o personagem encontrou seu maior sucesso, que após a publicação nos anos 60, 70 e inicio dos anos 80, foi para a Editora Globo, e atualmente, pela Pixel Editora. Dentro de sua própria revista, outros personagens de sucesso apareciam, como Brotoeja e Bolota.
















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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ZÉ CARIOCA (JOE CARIOCA) Nº 723 - 1965 EDITORA ABRIL


ZÉ CARIOCA (JOE CARIOCA) Nº 723 - 1965 EDITORA ABRIL / Na melhor fase das publicações da Disney no Brasil, esta é uma daquelas edições no distante ano de 1962, de Zé Carioca, que na época por ter periodicidade quinzenal, alternava com O Pato Donald nas bancas, com a numeração em sequência, bons tempos! O legal de tudo isso, era a presença constante de personagens que ao longo dos anos, acabaram perdendo espaço nos anos posteriores. Tico e Teco, Banzé, Mickey e Pateta, e claro, o malandro carioca, o Zé! Nos quadrinhos, a primeira aparição do papagaio ocorreu nas tiras de jornais, em 11 de outubro de 1942, na história “Como almoçar de graça”, com roteiros de Hubie Karp, desenhos de Bob Grant e Paul Murry, e arte-final de Dick Moores e Karl Karpé. A história foi publicada em 48 páginas dominicais e estendeu-se até 5 de setembro de 1943. O Zé dos quadrinhos é praticamente o mesmo dos desenhos animados: simpático, malandro, desempregado, bom de lábia. 








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REVISTAS ANTIGAS (OLD / MAGAZINES CLASSICAL / REVISTAS VIEJAS / RIVISTE VECCHIE / 古雑誌 / RIVISTE CLASSICI / MAGAZINES КЛАССИЧЕСКИЕ / CLASSICAL雑誌) REVISTA UFO (UFO MAGAZINE - O.V.N.I MAGAZINE) Nº 01 - 1988 GRUPO EDITORIAL PARACIENTÍFICO (GEP)


REVISTA UFO Nº 01 - 1988 GRUPO EDITORIAL PARACIENTÍFICO (GEP) / A Revista UFO é a única publicação brasileira especializada em Ufologia e uma das poucas existentes em todo o mundo hoje. Na verdade, é a mais antiga revista ufológica em atividade regular em todo o planeta, tendo completado 27 anos de existência em 2010. Nenhuma outra publicação atingiu esta marca. A revista foi fundada pelo ufólogo e então professor de química A. J. Gevaerd em Campo Grande (MS), em março de 1988, como veículo de comunicação do extinto Grupo Editorial Paracientífico (GEP). UFO foi sucessora da extinta publicação Ufologia Nacional & Internacional, criada três anos antes por Gevaerd, que circulou entre 1985 e 1986. Entre altos e baixos ao longo de quase duas décadas, em 2002, já sob responsabilidade do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), UFO passou a ser publicada em conjunto com a conceituada Mythos Editora Ltda., como permanece até hoje. Desde janeiro de 2010, no entanto, novas modificações fizeram com que a publicação tivesse suas operações controladas pela Editora Evolução Ltda., ainda em parceria com a Mythos, continuando a receber conteúdo gerado pelo CBPDV. A revista atingiu sua centésima edição em junho de 2004 e desde então tem sua periodicidade rigorosamente mensal, estando em franco desenvolvimento. Poucos meses antes, em março de 2004, UFO recebeu a companhia da série UFO Especial, que havia sido lançada originalmente em 1988 e esteve paralisada desde 1998. Após ter circulado até a edição 56, de novembro de 2007, UFO Especial sofreu nova interrupção, estando prestes a ser retomada, assim como UFO Documento, igualmente paralisada. A diferença entre as séries é que UFO veicula temas gerais sobre a presença alienígena na Terra, enquanto UFO Especial trata de um tema específico por edição e UFO Documento pretende fazer a documentação da Ufologia. UFO tem hoje tiragem na casa de 30 mil exemplares, circula em todo o Brasil e Portugal, além de algumas cidades da Espanha e dos Açores. É gerenciada em Campo Grande (MS) e editada em Curitiba (PR), de onde é enviada para impressão em máquinas rotativas em São Paulo, sem emprego de fotolitos e através de avançadas técnicas gráficas. A cada mês, mais de 150 mil pessoas tomam contato direto ou indireto com a publicação, e cerca de 500 mil pessoas visitam seu site, que registra uma média de 25 mil acessos por dia e tem o maior conteúdo sobre Ufologia em língua portuguesa de todo o mundo, o segundo conteúdo considerando-se todos os idiomas. A Revista UFO é até hoje editada por Gevaerd e conta com um vasto Conselho Editorial, chamado de Equipe UFO, composto de cerca de 500 integrantes de todo o Brasil e outros 50 países. * fonte / site Revista UFO











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sábado, 6 de agosto de 2016

ALMANAQUES DE FARMÁCIA (ALMANAC OF PHARMACY / 薬学の年鑑 / ALMANAC VON APOTHEKE / ALMANAC DE PHARMACIE / Альманах ФАРМАЦИЯ / ALMANAK FOR FARMACI / 年鑑雜誌JOURNAL) ALMANAQUE BIOTÔNICO FONTOURA - JECA TATUZINHO - 1971 / 34ª EDIÇÃO (DISTRIBUIÇÃO GRATUITA)


ALMANAQUE BIOTÔNICO FONTOURA - JECA TATUZINHO - 1971 / 34ª EDIÇÃO (DISTRIBUIÇÃO GRATUITA) / "O tempo não cessa de correr. Os anos se sucedem, 1943 já lá se foi. Estamos em 1944, e mais uma vez aparece o Almanaque do Biotônico, por intermédio do qual o Instituto Medicamenta, de São Paulo, deseja aos seus amigos todas as venturas e a maior prosperidade. E como a base da vida é a saúde, aconselho aos leitores o uso do fortificante que dá saúde, força, vigor..." (Almanaque Fontoura, 1944). Almanaque do Biotônico Fontoura mas popularmente conhecido apenas por "Almanaque Fontoura", foi uma revista anual de divulgação publicitária do Biotônico Fontoura, produto criado pelo farmacêutico brasileiro Cândido Fontoura, distribuído gratuitamente como brinde pelas farmácias do país, de conteúdo recreativo e informativo de curiosidades, idealizado originalmente por Monteiro Lobato. Editado e ilustrado por Monteiro Lobato, o Almanaque teve a sua primeira publicação em 1920, numa tiragem de cinquenta mil exemplares. A sua tiragem foi crescendo a ponto de entre as décadas de 1930 a 1970 terem sido distribuídos entre dois e meio a três milhões de almanaques. No ano de 1982 sua tiragem foi de cem milhões de exemplares. O Almanaque trazia um conteúdo variado, como horóscopo, dias bons para a pesca (fases da lua), passatempos charadas, piadas e palavras cruzadas. esta edição especificamente, trazia em forma de quadrinhos, um texto interessante sobre jeca Tatuzinho, mas que principalmente logo abaixo da página, propagandas do laboratório, além do carro-chefe, Biotônico Fontoura!
















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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - OS MONKEES (THE MONKEES) Nº 01 - 1968 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL)


OS MONKEES (THE MONKEES) Nº 01 - 1968 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / (VEJA POSTAGEM / MATÉRIA ANTERIOR COMPLETA SOBRE O GRUPO) A única editora a publicar Os Monkees no Brasil, foi a EBAL em janeiro de 1968, aproveitando o sucesso da série de televisão, a editora licenciou o título que já era publicado lá fora, pela Dell Comics e publicou a adaptação para os quadrinhos, dos 4 malucos e simpáticos atores cabeludos, que também assim como The Beatles, encantaram o mundo com suas canções que atingiram rapidamente as paradas de sucesso por serem amplamente divulgadas em forma de videoclipes bem-humorados, nos episódios da série. Infelizmente a publicação aqui no Brasil, não passou de 4 edições entre janeiro à abril de 68, com 36 páginas em preto e branco, um ato falho e talvez estratégico por economia, grande parte das publicações, serem impressas pela EBAL, em preto e branco (tenho a coleção completa de vários títulos americanos, inclusive dos Monkees, e todas as páginas são coloridas). A Dell Comics, publicou 17 edições coloridas no formato americano, mais 3 edições anuais.







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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - OS MONKEES (THE MONKEES) Nº 01 - 1967 DELL COMICS


OS MONKEES (THE MONKEES) Nº 01 - 1967 DELL COMICS / Após o lançamento do filme dos Beatles, Os Reis do Iê-Iê-Iê (A Hard Day’s Night) nos cinemas dos Estados Unidos em 11 de Agosto de 1964, uma dupla de jovens produtores de TV (Bob Rafelson e Bert Schneider), tiveram a idéia de lançar um filme ou série televisiva inspirada no surgimento desse fenômeno pop musical, lançado em primeira mão em Liverpool, Inglaterra. Bob Rafaelson tinha escrito um piloto para a Universal em 1960. Nessa época, Bert Schneider era o tesoureiro da Screen Gems. Os dois acreditavam que um programa que incorporasse música pop e um novo estilo de filmagem poderia ser diferente. Ao apresentarem a um dos executivos da Screen Gems (Jackie Cooper), a idéia de uma série sobre uma banda pop formada por quatro jovens, eles acabaram conseguindo um adiantamento para a produção do piloto. Os roteiristas contratados para o episódio piloto, Paul Mazursky e Larry Tucker, sabiam exatamente o tipo de rapazes que eles precisavam para a série. O primeiro, tinha que ser um cantor country, o segundo, um jovem inglês, o terceiro tinha que ser um cara engraçado e o quarto um adolescente tímido e desajeitado. Os dois jovens produtores decidiram que seria melhor não usar um grupo já existente, pois este estaria sujeito a gravações anteriores e outros contratos que eles não teriam controle. 




Como primeira providência para encontrar os rapazes certos para o show, começaram a procurar novos talentos, em vários clubes noturnos. Logo, todos os atores do país estavam comentando sobre o novo programa. Então, eles decidiram colocar um anúncio no “Variety”, que ainda é um dos maiores informativos do país, que dizia:  “Loucura! Procura-se músicos e cantores para atuarem em uma nova série de TV”. Mike Nesmith, um músico ligado no gênero “country / folk music” e excelente compositor, foi o único do futuro quarteto, que viu o famoso anuncio da “Variety”. Peter Tork, o homem dos mil instrumentos, foi convencido a participar dos testes por um amigo chamado Stephen Stills. Stills tinha feito uma audição para os Monkees mas disseram para ele que estavam procurando alguém como ele, só que "com dentes e cabelos melhores". Como Stills e Peter eram quase idênticos, naquela época, Stills falou a ele sobre a audição. Micky Dolenz, um jovem ator e cantor que quando criança, tinha estrelado a série de TV "O Menino do Circo", já tinha feito audições para três ou quatro programas naquele mês. Ele estava procurando por algo que tivesse música. Schneider e Rafelson fizeram audições bem livres, com caixas de pizza e latas de coca-cola por toda à parte, e vestiam jeans e camisetas ao invés do usual terno. Eles selecionaram Micky, Mike e Peter dentre os muitos que se apresentaram. O quarto integrante do grupo, Davy Jones, já tinha sido contratado pelo estúdio um pouco antes, quando o grupo de teatro com o qual tinha vindo para os EUA apresentou-se na Broadway, com a peça "Oliver". Mas, mesmo assim, ele participou dos testes. 


A supervisão musical ficou a cargo do executivo da Screen Gems Don Kirshner, que convidou um time de compositores, com nomes como Gerry Goffin e Carole King, Neil Diamond e Jeff Barry, para contribuírem com suas canções para a série. Inicialmente, os Monkees não se deram muito bem. Por exemplo, Peter ficava preocupado por sentir que Davy  recebia um tratamento especial; ou quando Davy ficou espantado com a aparência de Mike, na primeira vez que se encontraram, tornava difícil o entrosamento entre eles. O piloto da série foi mostrado para um grupo de pessoas que, através de um aparelho chama “psicogalvanômetro”, registrava o quanto eles se divertiam com o que estavam vendo naquele exato momento. O programa teve uma classificação muito baixa, no início. Eles acharam que a série era sobre um “bando de caras metidos a espertos que não tinham respeito por ninguém”. E se tornou o piloto de pior classificação que o estúdio já havia testado. Decidiram então, tentar novamente e exibir os testes de cada um para que a audiência pudesse conhecer cada um do grupo melhor e então, amá-los. Após a modificação, a classificação foi além do que imaginavam. Depois que o piloto foi testado de forma satisfatória, os produtores acabaram topando com outra barreira. Naquela época, cabelo comprido ainda era sinônimo de “crime contra os bons costumes”. Afinal, “The Monkees” era um programa sobre quatro rapazes com cabelos compridos e que viviam sem nenhuma orientação dos pais (o homem que seria o empresário dos rapazes e que estaria, supostamente, no papel dos pais, foi cortado depois do fracasso dos primeiros testes). 

Os rapazes foram encorajados ao invés de decorar os textos, serem espontâneos e irreverentes. Eles não queriam apenas quatro rapazes lendo textos. Nesse clima, os Monkees começaram a trabalhar em conjunto. Peter ensinou Micky a tocar bateria no curto espaço de um ano, enquanto os outros tocavam seus instrumentos.  As filmagens aconteciam 5 dias por semana, durante 12 horas por dia. E tinham que gravar duas novas canções a cada semana. Quando o segundo disco do grupo foi lançado no final da primeira temporada, os rapazes andavam muito irritados com o “estilo de comandar” de Kirshner. Ele os tinha cortado completamente do processo das gravações, limitando sua participação a somente colocar as vozes nas canções. O segundo álbum foi lançado sem que nenhum deles tomasse conhecimento de algo, uma vez que eles achavam que as canções que haviam gravado seriam para a série, não para um novo álbum. A tensão entre o grupo e Kirshner cresceu a ponto de Mike dar um murro na parede do seu quarto no Beverly Hills Hotel. Os rapazes exigiam tocar seus instrumentos em suas próprias canções. Schneider concordou e disse a Kirshner que, no próximo compacto, os rapazes tocariam no lado B. Ignorando completamente a ordem recebida, Kirshner gravou com músicos profissionais (de estúdio) em ambos os lados, provocando sua demissão imediata. Os produtores então, contrataram Chip Douglas para seu lugar. 

Como a popularidade da série “The Monkees”, rumores maliciosos começaram a rodeá-los. Muitos críticos diziam que os Monkees não era uma banda real, porque eles não tocavam seus próprios instrumentos. O fato é que não era permitido aos Monkees tocarem seus instrumentos, e não que eles não soubessem como fazê-lo. Eles chegaram até mesmo a fazer um especial para a TV onde Peter segurava um cartaz acima da cabeça de Mike, enquanto este tocava guitarra, que dizia: “Ele realmente está tocando isto”...Depois do terceiro álbum “Headquarters”,  o primeiro em que eles tocaram todos os instrumentos, os Monkees começaram a tomar caminhos diferentes. Micky não queria mais tocar bateria no álbum seguinte e estava sempre ocupado participando de festas; Mike estava sempre ao telefone, cuidando de seus próprios negócios; e Peter estava preocupado com os rumos que a banda estava tomando. Peter abandonou as filmagens no final da segunda temporada. Logo depois, a série foi cancelada e Mike deixou o grupo. Após umas poucas gravações, Micky e Davy desistiram também, e o grupo acabou. Um pouco antes da série ser cancelada, eles fizeram seu primeiro especial para a TV, “33 1/3 Revolution Per Monkee”, e após seu encerramento, filmaram o longa metragem “Head”. Em 1966,  produziram seu próprio especial para a ABC intitulado “Hey, Hey, We're The Monkees” . No aspecto da dublagem, aqui no Brasil foi outro ponto forte, marcando definitivamente o carisma que cada um dos integrantes da banda, conseguiram obter através das vozes que lhe foram dadas, o que originou nesse tópico especial da série. Davy Jones (dublado por Ézio Ramos), Mickey Donlez (dublado por Olney Cazarré), Peter Tork (dublado por Marcelo Gastaldi), e Michael Nesmith (Orlando Vigiani). Uma produção de 1966, com 58 episódios coloridos de meia hora de duração, e uma dublagem da AIC – São Paulo, exatamente como escreveu o jornalista e crítico musical Glen A. Baker, “Os Monkees são como um precioso objeto de arte. Como a perpétua popularidade dos Irmãos Marxs, Abbot e Costello, Charlie Chaplin ou Monty Python, existe um aspecto do humor dos Monkees que os tornam eternos”.


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