sábado, 6 de agosto de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - OS MONKEES (THE MONKEES) Nº 01 - 1967 DELL COMICS


OS MONKEES (THE MONKEES) Nº 01 - 1967 DELL COMICS / Após o lançamento do filme dos Beatles, Os Reis do Iê-Iê-Iê (A Hard Day’s Night) nos cinemas dos Estados Unidos em 11 de Agosto de 1964, uma dupla de jovens produtores de TV (Bob Rafelson e Bert Schneider), tiveram a idéia de lançar um filme ou série televisiva inspirada no surgimento desse fenômeno pop musical, lançado em primeira mão em Liverpool, Inglaterra. Bob Rafaelson tinha escrito um piloto para a Universal em 1960. Nessa época, Bert Schneider era o tesoureiro da Screen Gems. Os dois acreditavam que um programa que incorporasse música pop e um novo estilo de filmagem poderia ser diferente. Ao apresentarem a um dos executivos da Screen Gems (Jackie Cooper), a idéia de uma série sobre uma banda pop formada por quatro jovens, eles acabaram conseguindo um adiantamento para a produção do piloto. Os roteiristas contratados para o episódio piloto, Paul Mazursky e Larry Tucker, sabiam exatamente o tipo de rapazes que eles precisavam para a série. O primeiro, tinha que ser um cantor country, o segundo, um jovem inglês, o terceiro tinha que ser um cara engraçado e o quarto um adolescente tímido e desajeitado. Os dois jovens produtores decidiram que seria melhor não usar um grupo já existente, pois este estaria sujeito a gravações anteriores e outros contratos que eles não teriam controle. 




Como primeira providência para encontrar os rapazes certos para o show, começaram a procurar novos talentos, em vários clubes noturnos. Logo, todos os atores do país estavam comentando sobre o novo programa. Então, eles decidiram colocar um anúncio no “Variety”, que ainda é um dos maiores informativos do país, que dizia:  “Loucura! Procura-se músicos e cantores para atuarem em uma nova série de TV”. Mike Nesmith, um músico ligado no gênero “country / folk music” e excelente compositor, foi o único do futuro quarteto, que viu o famoso anuncio da “Variety”. Peter Tork, o homem dos mil instrumentos, foi convencido a participar dos testes por um amigo chamado Stephen Stills. Stills tinha feito uma audição para os Monkees mas disseram para ele que estavam procurando alguém como ele, só que "com dentes e cabelos melhores". Como Stills e Peter eram quase idênticos, naquela época, Stills falou a ele sobre a audição. Micky Dolenz, um jovem ator e cantor que quando criança, tinha estrelado a série de TV "O Menino do Circo", já tinha feito audições para três ou quatro programas naquele mês. Ele estava procurando por algo que tivesse música. Schneider e Rafelson fizeram audições bem livres, com caixas de pizza e latas de coca-cola por toda à parte, e vestiam jeans e camisetas ao invés do usual terno. Eles selecionaram Micky, Mike e Peter dentre os muitos que se apresentaram. O quarto integrante do grupo, Davy Jones, já tinha sido contratado pelo estúdio um pouco antes, quando o grupo de teatro com o qual tinha vindo para os EUA apresentou-se na Broadway, com a peça "Oliver". Mas, mesmo assim, ele participou dos testes. 


A supervisão musical ficou a cargo do executivo da Screen Gems Don Kirshner, que convidou um time de compositores, com nomes como Gerry Goffin e Carole King, Neil Diamond e Jeff Barry, para contribuírem com suas canções para a série. Inicialmente, os Monkees não se deram muito bem. Por exemplo, Peter ficava preocupado por sentir que Davy  recebia um tratamento especial; ou quando Davy ficou espantado com a aparência de Mike, na primeira vez que se encontraram, tornava difícil o entrosamento entre eles. O piloto da série foi mostrado para um grupo de pessoas que, através de um aparelho chama “psicogalvanômetro”, registrava o quanto eles se divertiam com o que estavam vendo naquele exato momento. O programa teve uma classificação muito baixa, no início. Eles acharam que a série era sobre um “bando de caras metidos a espertos que não tinham respeito por ninguém”. E se tornou o piloto de pior classificação que o estúdio já havia testado. Decidiram então, tentar novamente e exibir os testes de cada um para que a audiência pudesse conhecer cada um do grupo melhor e então, amá-los. Após a modificação, a classificação foi além do que imaginavam. Depois que o piloto foi testado de forma satisfatória, os produtores acabaram topando com outra barreira. Naquela época, cabelo comprido ainda era sinônimo de “crime contra os bons costumes”. Afinal, “The Monkees” era um programa sobre quatro rapazes com cabelos compridos e que viviam sem nenhuma orientação dos pais (o homem que seria o empresário dos rapazes e que estaria, supostamente, no papel dos pais, foi cortado depois do fracasso dos primeiros testes). 

Os rapazes foram encorajados ao invés de decorar os textos, serem espontâneos e irreverentes. Eles não queriam apenas quatro rapazes lendo textos. Nesse clima, os Monkees começaram a trabalhar em conjunto. Peter ensinou Micky a tocar bateria no curto espaço de um ano, enquanto os outros tocavam seus instrumentos.  As filmagens aconteciam 5 dias por semana, durante 12 horas por dia. E tinham que gravar duas novas canções a cada semana. Quando o segundo disco do grupo foi lançado no final da primeira temporada, os rapazes andavam muito irritados com o “estilo de comandar” de Kirshner. Ele os tinha cortado completamente do processo das gravações, limitando sua participação a somente colocar as vozes nas canções. O segundo álbum foi lançado sem que nenhum deles tomasse conhecimento de algo, uma vez que eles achavam que as canções que haviam gravado seriam para a série, não para um novo álbum. A tensão entre o grupo e Kirshner cresceu a ponto de Mike dar um murro na parede do seu quarto no Beverly Hills Hotel. Os rapazes exigiam tocar seus instrumentos em suas próprias canções. Schneider concordou e disse a Kirshner que, no próximo compacto, os rapazes tocariam no lado B. Ignorando completamente a ordem recebida, Kirshner gravou com músicos profissionais (de estúdio) em ambos os lados, provocando sua demissão imediata. Os produtores então, contrataram Chip Douglas para seu lugar. 

Como a popularidade da série “The Monkees”, rumores maliciosos começaram a rodeá-los. Muitos críticos diziam que os Monkees não era uma banda real, porque eles não tocavam seus próprios instrumentos. O fato é que não era permitido aos Monkees tocarem seus instrumentos, e não que eles não soubessem como fazê-lo. Eles chegaram até mesmo a fazer um especial para a TV onde Peter segurava um cartaz acima da cabeça de Mike, enquanto este tocava guitarra, que dizia: “Ele realmente está tocando isto”...Depois do terceiro álbum “Headquarters”,  o primeiro em que eles tocaram todos os instrumentos, os Monkees começaram a tomar caminhos diferentes. Micky não queria mais tocar bateria no álbum seguinte e estava sempre ocupado participando de festas; Mike estava sempre ao telefone, cuidando de seus próprios negócios; e Peter estava preocupado com os rumos que a banda estava tomando. Peter abandonou as filmagens no final da segunda temporada. Logo depois, a série foi cancelada e Mike deixou o grupo. Após umas poucas gravações, Micky e Davy desistiram também, e o grupo acabou. Um pouco antes da série ser cancelada, eles fizeram seu primeiro especial para a TV, “33 1/3 Revolution Per Monkee”, e após seu encerramento, filmaram o longa metragem “Head”. Em 1966,  produziram seu próprio especial para a ABC intitulado “Hey, Hey, We're The Monkees” . No aspecto da dublagem, aqui no Brasil foi outro ponto forte, marcando definitivamente o carisma que cada um dos integrantes da banda, conseguiram obter através das vozes que lhe foram dadas, o que originou nesse tópico especial da série. Davy Jones (dublado por Ézio Ramos), Mickey Donlez (dublado por Olney Cazarré), Peter Tork (dublado por Marcelo Gastaldi), e Michael Nesmith (Orlando Vigiani). Uma produção de 1966, com 58 episódios coloridos de meia hora de duração, e uma dublagem da AIC – São Paulo, exatamente como escreveu o jornalista e crítico musical Glen A. Baker, “Os Monkees são como um precioso objeto de arte. Como a perpétua popularidade dos Irmãos Marxs, Abbot e Costello, Charlie Chaplin ou Monty Python, existe um aspecto do humor dos Monkees que os tornam eternos”.


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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - O GAROTÃO / JERRY LEWIS Nº 22 (THE ADVENTURES OF JERRY LEWIS) - 1970 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL)


O GAROTÃO / JERRY LEWIS Nº 22 (THE ADVENTURES OF JERRY LEWIS) - 1970 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / De setembro de 1967 à agosto de 1970, a EBAL publicou 23 edições de 36 páginas em preto e branco, do ator e comediante Jerry Lewis, atravessando sua melhor fase de seus filmes no cinema fazendo dupla com Dean Martin e na televisão com uma dublagem brasileira magnifica exibida à exaustão nas férias escolares de julho e no verão de fim de ano na boa e velha Sessão da Tarde ou Festival de Férias da Rede Globo de Televisão nos anos 70 e 80. Claro que na televisão, muito antes de chegarem à Sessão da Tarde, os filmes estrearam em praticamente todas as emissoras da época, desde Excelsior, Tupi, Record e Bandeirantes para o interior do estado de São Paulo. Nos quadrinhos, a adaptação de histórias curtas com a caricatura de Jerry Lewis, foi a solução para o sucesso do personagem da DC que durou lá fora, mais de 100 edições à partir de novembro de 1957 com o título de "The Adventures of Jerry Lewis", alternando da edição nº 40, para "The Adventures of Dean Martin & Jerry Lewis", ambos com 36 páginas coloridas, diferentemente como foram publicados aqui no país.







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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) ALMANAQUE DO BIP-BIP ( WILE E. COYOTE AND THE ROAD RUNNER) Nº 01 - 1985 EDITORA TRÊS


ALMANAQUE DO BIP-BIP ( WILE E. COYOTE AND THE ROAD RUNNER) Nº 01 - 1985 EDITORA TRÊS / Fundada em 1972 por Domingo Alzugaray, a Editora Três, no mesmo ano de sua inauguração, entrou forte no mercado editorial, lançando a famosa e clássica Revista Planeta, que abordava temas polêmicos, sobrenaturais, ocultismo, objetos voadores não identificados, poltergeist, etc. Mas também, nos anos 80, licenciou os queridos e simpáticos personagens do universo da Warner Bros., em especial, Pernalonga, Patolino, Frajola e Piu-Piu.....e essa dupla de matar! É....realmente de matar...o Papa-Léguas e o Lobo Bobo, ou Bip-Bip e o Coiote, em almanaques especiais de 100 páginas coloridas, com muitas histórias do personagem. Vale a pena relembrar um pouco....pelo menos as páginas principais de cada história, porque hoje é objeto de procura entre os colecionadores, porque nas mãos da editora, não permaneceram por muito tempo em circulação, com poucos números publicados de cada personagem.





















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REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - CINEMIN Nº 01 - 1982 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) ARNOLD SCHWARZENEGGER / MEL GIBSON / ELVIS PRESLEY / FARRAH FAWCETT / FLASH GORDON / SUPERMAN


CINEMIN Nº 01 - 1982 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / Em sua primeira fase ou 1ª série conforme a editora EBAL gostava de abordar, foi apresentada no formato americano ainda no inicio dos anos 50. Cinemin trazia em 36 páginas em preto e branco, matérias especiais referente ao astro ou estrela da capa. Vida pessoal, desde a infância e juventude, percurso da inclusão Cinematográfica, e fotos curiosas e que até nos dias de hoje, não se encontra na web. Textos bem elaborados, e muitas fotos para as moças e rapazes, era assim que essa revista ou gibi, era dirigida, para esse tipo de público. Nesta 1ª série lançada, 100 edições foram publicadas entre novembro de 1951, à janeiro de 1960. Já na 2ª série, o foco era os clássicos filmes de cinema, em adaptações para os quadrinhos. A publicação começou em fevereiro de 1960, permanecendo até novembro de 1963, sendo que à partir do nº 24, passou a ser bimestral até sua última edição nº 35. Na 3ª série de Cinemin, nos 6 primeiros números, a Ebal alterou o formato dos exemplares numa forma retangular vertical, desagradando os leitores que enviaram cartas para a redação reclamando, obrigando a editora a permanecer com o formato americano e praticamente aceito no mundo inteiro. Num total de 24 edições, entre janeiro de 1964 até dezembro de 1965, a editora parece que se perdeu um pouco no tema que seria direcionado ao leitor, com alguns clássicos do Cinema, houve a tentativa de incluir as adaptações para os quadrinhos, de duas consagradas séries produzidas para a televisão, e que lá fora obtiveram grande sucesso em suas numerações individuais publicadas pela editora americana Dell Comics, "Além da Imaginação" e "Impacto". Logo após em sua 4ª série usando o sub-título (Cinemin) nas bordas das lombadas dos gibis, com apenas 5 edições em 1975, apareceu o personagem "Francis, o Mulo Falante", que nada tinha a ver com a proposta inicial de Cinemin, de abordagem à 7ª arte. FINALMENTE DE NOVEMBRO DE 1982 ATÉ OUTUBRO DE 1993 ENTRE UMA PERIODICIDADE MENSAL E BIMESTRAL, CINEMIN SURGIU EM GRANDE ESTILO, E TAMBÉM EM GRANDE FORMATO, COM PÁGINAS RECHEADAS DE FOTOGRAFIAS GRANDES, E MATÉRIAS BEM ELABORADAS DE FILMES ANTIGOS, E OS SUCESSOS OU PRÉ-LANÇAMENTOS DA ÉPOCA. TAMBÉM COMEÇOU UMA DEMOCRACIA BEM INTERESSANTE, DANDO ESPAÇO AO CINEMA BRASILEIRO, TEATRO, E TELEVISÃO, FOI UMA BOA FASE DA EBAL EM RESSUSCITAR O TÍTULO QUE PARA A NOVA GERAÇÃO DOS ANOS 80, MAL SABIAM QUE UM CLÁSSICO DOS ANOS 50, FOI A MELHOR FASE DE SUAS PUBLICAÇÕES! NUM TOTAL DE 86 EDIÇÕES, CINEMIN ENCERROU DEFINITIVAMENTE SUA CIRCULAÇÃO NO PÁIS DA FORMA PROPOSTA INICIALMENTE. No final dos anos 80, houve até uma nova tentativa de Cinemin-Nostalgia (sub-título acrescentado) retornar com os temas de filmes, mas ficou apenas em 3 edições (Ben-Hur, Os 10 Mandamentos e Rastros de Ódio com John Wayne).








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terça-feira, 2 de agosto de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) / O TICO-TICO Nº 1998 - 1952 EDITORA S.A. O MALHO / GRÁFICA PIMENTA DE MELLO LTDA (RIO DE JANEIRO)


O TICO-TICO Nº 1998 - 1952 EDITORA S.A. O MALHO / GRÁFICA PIMENTA DE MELLO LTDA / Com 57 anos de sucesso editorial incontestável, num total de 2.097 exemplares semanais, e posteriormente mensais, além de almanaques, O Tico-Tico foi a primeira e a mais importante revista voltada para o público infanto-juvenil no Brasil. O primeiro número circulou em 11 de outubro de 1905, tendo à frente o jornalista Luís Bartolomeu de Souza e Silva, porém, idealizada pelo jornalista e caricaturista Renato de Castro, e o jornalista e também professor Manoel Bonfim. Já no ano seguinte tornou-se sucesso nacional de vendas, chegando à impressionante tiragem de 100.000 exemplares por semana. Em suas páginas podiam ser encontrados passatempos, mapas educativos, literatura juvenil e informações sobre história, ciência, artes, geografia e civismo. Fotografias e desenhos dos leitores, enigmas e concursos também eram publicados. Contudo o mais singular e pioneiro no semanário foi a publicação de histórias em quadrinhos destinadas ao público infantil no Brasil. Com dois tipos de papel, quatro páginas coloridas e as demais em branco com verde, vermelho e azul, inovações gráficas e visuais, abriu espaço para novos autores, ilustradores e desenhistas. Ao longo de sua história, teve a colaboração de importantes nomes das artes brasileiras, como Luís Sá, criador dos personagens “Bolão”, “Reco-Reco” e “Azeitona”, J. Carlos, criador de “Juquinha”, “Carrapicho” e “Lamparina”, Max Yantok, criador de “Kaximbown”, Alfredo Storni, de “Zé Macaco”, além do também genial Ângelo Agostini, que participou dos primeiros anos da revista. O formato gráfico tinha influência francesa, porém seus temas e personagens estavam ligados à afirmação de elementos da identidade nacional. Dessa forma valorizou a “mãe preta”, as figuras humildes e formas diversas de folclore regional e popular. Lendas, cantigas e contos tinham caráter educativo. O preço de capa no lançamento, 200 réis, foi mantido por quinze anos, até 1920. A partir da década de 1930, O Tico-Tico começou a publicar histórias de personagens infantis norte-americanos, como Popeye, Gato Félix e Mickey Mouse, que assim começaram a conquistar o imaginário infanto-juvenil nacional. Depois de 1939, e até os anos 1950 principalmente, a reprodução de quadrinhos norte-americanos no Brasil se intensificou, com a chegada de personagens, como o Super-Homem, ao mesmo tempo em que se estabelecia um quadro de grande concorrência, entre as editoras, visando ao público infantil. Por volta de 1960, O Tico-Tico entrou em decadência, diminuindo a periodicidade com volumes publicados mensal e depois bimestralmente, seguidos por exemplares veiculados com caráter de edições especiais, voltados para pais e professores. Em 1962, O Tico-Tico, deixou de circular deixando milhares de fãs mirins, jovens e adultos órfãos de uma publicação que marcou época e toda uma geração!










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