domingo, 24 de dezembro de 2017

ÁLBUM DE FIGURINHAS ANTIGOS (STICKER ALBUM / LIVRO ILUSTRADO / FIGURILLAS ALBUM / BUBBLE GUM / ALBUM CROMOS / АЛЬБОМ фигурок / АЛЬБОМ стикеров / ALBUM-Figuren / ALBUM AUFKLEBER) - LAS FANTASTICAS AVENTURAS DE LA FAMILIA TELERIN - 1965 EDITORIAL BRUGUERA (ESPANA)


LAS FANTASTICAS AVENTURAS DE LA FAMILIA TELERIN - 1965 EDITORIAL BRUGUERA / Este é o album de figurinhas da Família Telerin publicado em 1965 pela Bruguera trazendo 180 cromos super coloridos com essa gurizada. Uma criação de 1964 dos irmãos Santiago e José Luis Moro, essa turminha de crianças era um conjunto de vinhetas em formato de desenho animado de curta duração na televisão da Espanha, que era responsável por anunciar o final da programação infantil e o inicio da programação adulta, onde geralmente já vestidos de pijamas, os personagens convidavam a garotada para ir para a cama, pois já era hora de dormir. Fizeram tanto sucesso sempre às 20h30 durante o verão e 21h durante o inverno, que se transformaram em fenomeno de vendas de produtos ligados aos personagens. Aqui no Brasil, a Editora Bruguera chegou também a publicar alguns livrinhos infantis no formato tijolinho, e também algumas publicações para colorir, e com temas educativos e didáticos. A Família Telerín é composta por Cleo, Teté, Maripí, Pelusín, Coletas e Cuquín. O programa foi transmitido em outros países, incluindo El Salvador, onde até pouco anos atrás, pelo que se tem de notícias, era transmitido em três canais salvadorenhos de telecorporação e na Argentina. Sobre a família Telerín, foram publicados álbuns de adesivos, notebooks, histórias, relógios, lenços e bonecas de plástico, bonecas de papel para vestir, etc. Uma adaptação aos quadrinhos apareceu na revista "Din Dan" da Editorial Bruguera, desenhada por Blas Sanchis. Em 1966, estrelaram seu próprio desenho animado, intitulado "O Mágico dos Sonhos" The Wizard of Dreams. 








F  I  M

sábado, 23 de dezembro de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS / VINTAGE CHILDREN'S BOOK) - A BIG GOLDEN BOOK / HUCKLEBERRY HOUND (DOM PIXOTE) - 1960 WESTERN PUBLISHING / GOLDEN PRESS - HANNA-BARBERA


A BIG GOLDEN BOOK / HUCKLEBERRY HOUND (DOM PIXOTE) - 1960 WESTERN PUBLISHING / GOLDEN PRESS - Na tradução literal seria "O Grande Livro de Ouro", famosa série de pequenos livros direcionados ao público infantil trazendo textos de forma didática e ilustrações de clássicos personagens da literatura infantil, dos desenhos animados e dos quadrinhos. No Brasil, as editoras "O Cruzeiro", e "Melhoramentos" saíram na frente na época, licenciados vários títulos que fizeram relativo sucesso no país. Hoje em dia, é raro conseguir esses livrinhos de formato quadrado, e capa dura reforçada, mas uma boa caçada em sebos de grandes centros comerciais, ainda é possível encontrar alguns exemplares, até mesmo edições originais americanas. A série originou com Simon & Schuster, em Racine (Wisconsin), e impressos através da Western Publishing / Golden Press. A "Penguin Random House" foi a  última a publicar os livros até alguns anos atrás, embora os clássicos dos anos 50, 60 e 70 são considerados até hoje, como o marco da publicação infantil americana. Sempre composto entre 15 à 20 páginas apenas, era o suficiente para entreter, e auxiliar na leitura e acompanhamento das ilustrações com os personagens. Vale ressaltar de que no mesmo estilo, e já publicado aqui no blog, outras denominações para este livrinho lá fora, também se fizeram presentes no cotidiano infantil, como "A Litlle Golden Book", "Tell-a-Tale-Book", "Top Top Tales", todos, trazendo personagens e contos infantis. Aqui no brasil, pela Editora O Cruzeiro, a série era denominada de "Livros Encantadores", todos no formato de capa dura, e posteriormente, em capa cartonada plastificada.













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ÁLBUM DE FIGURINHAS ANTIGOS (STICKER ALBUM / LIVRO ILUSTRADO / FIGURILLAS ALBUM / BUBBLE GUM / ALBUM CROMOS / АЛЬБОМ фигурок / АЛЬБОМ стикеров / ALBUM-Figuren / ALBUM AUFKLEBER) - O FALCÃO NEGRO - 1959 EDITORA GARIMAR (BRAZIL)

ALBUM DE FIGURINHAS - O FALCÃO NEGRO - 1959 EDITORA GARIMAR / Uma espetacular e raro álbum de figurinhas publicado em 1959 pela Editora Garimar, a mesma que publicou os quadrinhos do herói brasileiro. Num total de 109 figurinhas em suas 36 páginas, provavelmente preencher o álbum todo, ou completar o álbum como se dizia antigamente, não éra tão difícil quanto conseguir o vale brinde dentro de um pacotinho de figurinhas que lhe daria a oportunidade de escolher um álbum do herói, um distintivo do Clube do Falcão Negro, ou uma FLÂMULA do herói, ítem realmente raro e que ainda não vi nas mãos de outros fãs ou colecionadores que tiveram a sorte de encontrar o vale-brinde, como aconteceu comigo, e que você poderá observar logo abaixo na sequência de imagens. DETALHE: Na segunda foto, no ítem 4 encontra-se o texto marcado em vermelho sobre o vale-brinde!





No dia 29 de janeiro de 1954, estreava na Tv Tupi todas às quartas-feiras e sextas-feiras às 19h45, o seriado de aventuras infanto-juvenil, O Falcão Negro, criado e escrito por Péricles Leal, que naqueles tempos tinha apenas 24 anos de idade, responsável pelo roteiro e também na direção, que mais tarde, ficou a cargo de Heitor de Andrade, e por algumas vezes, pelo próprio ator José Parisi. Com dois atores fixos somente, José Parisi, que imortalizou o Falcão Negro e Haydée Miranda como a doce e frágil Lady Bela. Parisi vinha de vários trabalhos realizados no Grande Teleteatro Tupi e no TV de Vanguarda, enquanto Haydée era famosa nas radionovelas. O herói mascarado foi interpretado por dois atores diferentes, ressaltando-se de que naquela época, não havia o videoteipe, tudo era feito ao vivo, e bem por isso, houve a necessidade de se convocar uma outra dupla para repetir o sucesso na TV Tupi do Rio de Janeiro. E assim, lá o Falcão Negro foi brilhantemente vivido por Gilberto Martinho e Lady Bela coube à jovem atriz Delly Azevedo. Tudo era feito na base do improviso e muitas vezes a "morte" do bandido não acontecia exatamente como havia sido ensaiado anteriormente. Mas o público perdoava todas as falhas e o seriado ficou no ar por dez anos, até 1964. Inspirado no personagem de Robin Hood, com pitadas de Zorro (capa e espada), o Falcão Negro era o alter ego de Jean Saint-Germain, nobre da corte francesa na Idade Média, cuja família fora morta pelo terrível barão Malik. O nobre Jean Saint-Germain teve, então, no caminho de sua vingança, um encontro inesperado com os Bandoleiros da Floresta, uma espécie de grupo rebelde, inimigo do barão Malik. Ali o nobre Jean conheceu os bandoleiros Raposa, Pé-de-Coelho, Sorriso, Louro… todos eles capitaneados pelo Pardal. E foi o próprio Pardal que, ao ver a determinação de Jean contra o barão, lembrou das palavras de Negro Vento, um velho maluco que anda pela floresta. Dizia ele: “Um dia, um falcão negro sobrevoará esta região e, empunhando uma espada, libertará o seu povo”. Surgia, então, o Falcão Negro, espadachim dos melhores, que usava uma máscara e tinha um falcão em desenho relevo, numa espécie de colete de couro. E no combate a todas as maldades, o Falcão Negro tinha como motivação o amor pela doce Lady Bela, também uma nobre. O Falcão Negro e Lady Bela formaram o primeiro par romântico de um seriado de aventura na televisão brasileira. Como o programa era transmitido ao vivo, tornava-se comum o improviso e os acidentes de trabalho durante a exibição das aventuras, como o de Jece Valadão, que acertou um banco na cabeça de Gilberto Martinho, fazendo os espectadores pensarem que o ator tinha morrido. Como exemplo de improviso temos essa história sobre um dos figurantes que já tinha um certo temor de enfrentar o jeito naturalista com que Gilberto Martinho, utilizava sua espada. Já escolado com as estocadas que levava toda semana, resolveu radicalizar. Não deixava mais Martinho aproximar-se em cena. Certo dia, marcado para morrer pela espada maldita, o figurante manteve sua determinação. Falcão Negro puxou a arma, apontou-a para o figurante e soltou a frase-clichê: "Morra, miserável!". Antes que a espada tocasse o corpo do ator, ele pulou para trás escapando do golpe mortal. No entanto, ator consciente, o tal figurante, mesmo fugindo da estocada, respeitou a marcação e caiu morto. A cena teria ficado incompreensível, não fosse a presença de espírito de Gilberto Martinho que, mesmo surpreso diante da reação inesperada do inimigo, alterou o diálogo com precisão: - Quer dizer que, além de miserável, és cardíaco? Até o ex-todo poderoso Boni, iniciou na televisão, ganhando um pequeno papel na série, como o Arqueiro Pé-de-Coelho, o mensageiro do herói. As lutas de espada ocorriam quase de forma verídica em meio a cenários de florestas, pontes levadiças e interior de castelos, tudo criado pelos cenógrafos Klauss Frankie e Alexander Korowajcz. E obviamente que diante das dificuldades das cenas de ação, certos tipos de eeros em cena aconteceriam. Assim como José Parisi, em São Paulo, Gilberto Martinho dedicava-se ao máximo nas cenas de luta do herói espadachim tendo como resultado muitas idas e vindas ao pronto-socorro. Além Haydée Miranda, Delly Azavedo, e Zuleika Maria, a Lady Bela também foi interpretada pelas atrizes Renée Mara, Paulete Silva e Leda Vale. Porém, independente da co-protagonista, o fato é que segundo se dizia à época Gilberto Martinho vivia e respirada o Falcão Negro 24 horas por dia. Tendo em vista o grande sucesso da série, em 1958, a Discos Carroussell lançou “As Aventuras do Falcão Negro”, LP com a história que contava a origem do herói, interpretada pelos atores da versão carioca. Na França medieval, para vingar o pai, morto por um tirano, o jovem nobre Jean de Saint Germain assume a identidade do Falcão Negro, um espadachim mascarado. Realizada a vingança, o Falcão Negro decide seguir a vida de aventureiro, combatendo o crime e estabelecendo os padrões de ética e justiça desde as montanhas do Tibet até as águas do Pacífico, passando por terras misteriosas como os reinos de Almira, Laperce e das Amazonas, ou a estranha região dos Homens-Pássaros. O LP foi produzido por Péricles Leal, com música e direção musical do maestro Alceu Bocchino e coordenação de Stockler de Moraes. também no mesmo ano, a Garimar S.A., editora de propriedade de Ilo Iloy Lund, publicou uma versão em quadrinhos, do personagem, e tendo como desenhistas, Walter Peixoto, Getúlio Delphin, Juarez Odilon, Newton Coutinho, Edmundo Rodrigues e Fernando de Lisboa. Um total de 25 edições entre 1958 e 1960, uma edição especial de Natal e um Álbum de Figurinhas. Falcão Negro marcou época na televisão brasileira, quatro anos após sua inauguração, pela TV PRF-3, a saudosa Rede Tupi de Televisão. Infelizmente não se tem registros de algum episódio completo da série nas mãos de alguém, seja do meio da comunicação, familiares ou entre colecionadores, o que se encontra, são apenas poucos segundos de um tempo que este sim, não conseguiremos trazê-lo de volta! Vale lembrar de que isso só seria possível, se alguém tivesse uma câmera doméstica de filmagem, algo muito comum, seja de super 8, 8mm ou 16mm, importadas.











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domingo, 10 de dezembro de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) MAGUILA, O GORILA (MAGILLA GORILLA) Nº 09 - 1966 GOLD KEY COMICS / HANNA-BARBERA


MAGUILA, O GORILA (MAGILLA GORILLA) Nº 09 - 1966 GOLD KEY COMICS / Uma publicação de 1966, esta edição também apresenta histórias com mais duas duplas de personagens de Hanna-Barbera, publicados pela editora, tal como na televisão, quando o Show do Maguila, em seu desenho animado, era exibido. Os dois segmentos em desenhos no mesmo programa, era o Coelho Ricochete e Blau-Blau, e Chumbinho e Bacamarte, sempre de forma intercalada. No desenho da TV, foram produzidos 31 episódios entre 5 e 7 minutos de duração, entre 1964 e 1967. Maguila sendo um gorila,  morava na loja de comidas e animais do senhor Peebles, e sempre estava na vitrine fazendo caras e bocas na expectativa de um dia quem sabe, algum louco o levar para casa! De vez em quando ele era comprado por alguém, mas logo em seguida ele sempre acabava sendo devolvido para a loja, devido as atrapalhadas que se metia, geralmente devido a sua imensa força física, além de ser uma "fera" em arrumar confusão! Maguila, apesar do tamanho, tinha um coração enorme, muito bondoso e ingênuo. Somente o Sr. Peebles é que ficava apavorado toda vez que ele era devolvido, porque não era fácil alimentar um gorila daquele tamanho, e os cachos de bananas que ele consumia. Embora não seja o desenho animado que aqui se encontra, vale ressaltar a grandiosa dublagem brasileira para esses personagens magníficos e que se tornaram inesquecíveis para nós, pela magia das vozes emprestadas, aliada a cada personagem que víamos na televisão. Neste caso aqui, a dublagem ficou a cargo da AIC-SP (Arte Industrial e Cinematográfica).











DUBLAGEM AIC-SP

- Maguila / dublador original: Allan Melvin (esteve presente em séries como O Show do Andy Griffith, A Família Brady/A Família Fá-Sol-Lá-Si-Dó e Perdidos no Espaço) / dublador brasileiro: Flávio Galvão

- Sr. Peebles / dublador original: Howard Morris / dublador brasileiro: Older Cazarré (1ª voz), José Soares (2ª voz)

- A pequena Oreu (menininha amiga de Maguila):  dublador original: Jean Vander Pyl /  dublador brasileiro: Aliomar de Mattos (1ª voz), Maria Inês (2ª voz)

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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - DOM PIXOTE (HUCKLEBERRY HOUND) Nº 13 - 1961 DELL COMICS / HANNA-BARBERA


GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - DOM PIXOTE (HUCKLEBERRY HOUND) Nº 13 - 1961 DELL COMICS /  Embora esta publicação seja americana, ao contrário de Chuvisco e Plic e Ploc e Bacamarte e Chumbinho, nos anos 60 e 70, Dom Pixote teve sua própria revista lançada pela Editora O Cruzeiro, a primeira a publicar os quadrinhos de Hanna-Barbera no Brasil. e a exemplo da publicação americana, alguns personagens dividiam as 36 páginas coloridas com ele, Chuvisco e Plic e Ploc (Pixie and Dixie and Mr. Jinks), Zé Colméia e Catatau (Yogi Bear and Boo Boo), e Joca e Dingue-Lingue (Hokey Wolf and Ding-a-Ling). Lá fora, era garantia de sucesso absoluto de vendas, tendo em vista a exibição dos desenhos animados na televisão, e que a garotada toda acompanhava muito, inclusive alguns títulos exibidos em horário nobre, como era o caso de Os Flintstones, Manda-Chuva, etc. Esses desenhos animados, se popularizaram cada vez mais, na sessão denominada de "Saturday Morning Cartoon", já no inicio dos anos 60, com uma manhã recheada de desenhos animados e de aventuras. Dom Pixote foi criado em 1958 por William Hanna e Joseph Barbera, do maravilhoso mundo do estúdio Hanna-Barbera! Um cachorro de cor azul, que se tronou uma de suas características marcantes quando a cor foi adicionada acidentalmente ao personagem, que já tinha um sotaque mais do campo e das montanhas, de personalidade calma, doce e bem intencionado, em pouco tempo ele conquistou uma legião de fãs mirins e adolescentes por onde o desenho animado era exibido. Aqui no Brasil, a dublagem do desenho ficou a cargo do excepcional estúdio, AIC-SP (Arte Industrial e Cinematográfica), dublado por Older Cazarré, cuja voz emprestada ao personagem, ficou perfeita com sua personalidade, inclusive quando ele gostava de cantarolar a frase da música "Oh, querida Clementina"(do inglês "Oh My Darling, Clementine") e "Tenho que admitir que"... (do inglês "I have to admit"...). A Sincrovideo também foi responsável por outra parte da dublagem posteriormente.  Em quatro temporadas, foram mais de 50 curtas de animação. A idéia de se produzir O Show do D. Pixote, (Huckleberry Hound Show) surgiu logo depois de 1944 quando os diretores do departamento de animação da Metro-Goldwyn-Mayer, William Hanna e Joseph Barbera fundaram uma companhia chamada H-B Enterprises, que se dedicava a produção de comerciais para a televisão. Alguns anos depois, em 1957, a MGM resolveu fechar o seu estúdio de animação, deste modo William e Joseph converteram a H-B Enterprises e a transformaram na Hanna-Barbera Productions, uma produtora de animação dirigida para a televisão, e sendo D.Pixote, o segundo desenho produzido pelo estúdio e apresentado na televisão (Jambo e Ruivão (The Ruff and Reddy Show) foi o primeiro). O patrocínio americano exclusivo, era do cereal Kellogg's, e no Brasil, a Fábrica de Brinquedos Trol foi a primeira a patrocinar o show na televisão. Além de uma linha grande de produtos com o personagem, os quadrinhos sempre foram prioridade para testar a audiência e aceitação por parte do público telespectador, principalmente o infanto-juvenil. E as duas maiores editoras americanas foram as pioneiras a fazer isso, a Dell Comics e a Gold Key.










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