terça-feira, 4 de outubro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - SATÃ, O URSO CINZENTO (THE NIGHT OF THE GRIZZLY) - 1966 DELL COMICS (CLINT WALKER )


SATÃ, O URSO CINZENTO (THE NIGHT OF THE GRIZZLY) - 1966 DELL COMICS (CLINT WALKER ) / E nesta postagem, um clássico adaptado para os quadrinhos pela americana Dell Comics, em sua especialidade principal: - publicar séries, desenhos e filmes de grande audiência em HQ's! Aqui no Brasil, o filme foi lançado como Satã, o Urso Cinzento. Um ex-homem da lei se muda com sua família para as terras selvagens do Wyoming, com a intenção de reconstruir a fazenda de seu pai e começar uma nova vida longe, afim de uma nova vida, um recomeço longe de atrair seus inimigos e perigos ocultos. Porém, a paz de sua família e o sossego que ele almejava, será interrompido por um feroz assassino das matas, um  gigantesco urso Grizzly, que ele deverá enfrentar, para alegria e esperança dos colonos que por ali residem. Além disso, um velho conhecido fora-da-lei irá encontrá-lo, em busca de vingança! O filme é de 1966, com o grandalhão Clint Walker (que interpretou Cheyenne na série de TV). São 36 páginas coloridas com a emoção traduzida do filme, para as folhas de papel.










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REVISTAS ANTIGAS (OLD MAGAZINES / CLASSIC MAGAZINES) - FILMELÂNDIA (FILMLAND) Nº 44 (DEBBIE REYNOLDS E JOHN SAXON) - 1958 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE)


FILMELÂNDIA (FILMLAND) Nº 44 (DEBBIE REYNOLDS E JOHN SAXON) - 1958 RIO GRÁFICA EDITORA (RGE) / Uma inesquecível publicação dirigida exclusivamente, ao público amante da 7ª arte, fãs de seriados das matinês de Cinema, e principalmente, para aqueles que numa época o aparelho televisor (assim era a denominação na época), era algo para poucos, devido ao alto custo, e mesmo assim, a baixa qualidade de transmissão de sinal, e escassez de emissoras no país, tendo em vista para se ter uma idéia, de que a televisão foi inaugurada oficialmente no Brasil, em 18 de setembro de 1950, com a PRF3 TV, a saudosa Tv Tupi de São Paulo, e a Revista Filmelândia, começou a circular no país, de 1954 à 1963, sempre pela Rio Gráfica Editora (RGE), empresa pertencente na época, a Roberto Marinho, futuro proprietário e fundador da Tv Globo em 1965. 



Mensalmente nas bancas, as únicas cores que se via na revista, eram as bem produzidas capas e contra-capas, sempre trazendo astros e estrelas mundialmente famosos no Cinema. O licenciamento da revista, bem como autorização de publicação no Brasil, foi da Dell Publishing Company, de New York. Na minha opinião, uma das mais bem elaboradas publicações direcionada para o Cinema até hoje! Com "novelizações" completas dos melhores filmes, sempre trazendo um filme principal quadrinizado, seções diversas sobre o assunto sétima arte, e variedades, como bastidores de alguns filmes, e matérias exclusivas com algum caubói ou astro de filme de ação.





NESTA EDIÇÃO DE  FILMELÂNDIA Nº 44, DE JULHO DE 1958:

Filmes abordados:

- Gigi / com Leslie Caron, Louis Jourdan, Eva Garbor e Maurice Chevalier
- O Rebelde Orgulhoso / com Alan Ladd, Olivia de Havilland e David Ladd
- Vertigem / com Kim Novak, James Stewart, e Barbara Bel Geddes
- Tudo Pelo Teu Amor / com Debbie Reynolds, John Saxon e Curt Jurgens
- Quando Vem a Tormenta / com Shirley Booth, Anthony Quinn e Shirley MacLaine
- O Irresistível Forasteiro / com Glenn Ford, Shirley MacLaine e Leslie Nielsen




Filme Quadrinizado:

- O Mercador de Almas / com Joan Woodward, Paul Newman e Orson Welles


Variedades:

- Yolandino Maia pergunta / para Ilka Soares e Jardel Filho
- Por trás das cenas / Prisioneiro do Rock "n" Roll
- Festival de Maringá
- Por trás das cenas / Gigi
- Por trás das cenas / Quando Vem a Tormenta
- Carrol Baker




Seções Diversas:

- Cinema sem Tela
- Música de Filmes
- Teste Cinematográfico
- Clube dos Fãs
- Caixinha de Perguntas
- Falando de Discos
- Cinema Argentino
- Cotações de Filmelândia
- Palavras Cruzadas

Capas:

1ª capa - Debbie Reynoldas e John Saxon
4ª capa - Doris Monteiro




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domingo, 2 de outubro de 2016

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - TARZAN Nº 61 / 2ª SÉRIE - 1962 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) LEX BARKER


TARZAN Nº 61 / 2ª SÉRIE - 1962 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) LEX BARKER / Mais uma postagem do Homem-Macaco, desta vez na foto de capa, encontra-se Lex Barker, que interpretou o rei das selvas em 5 produções cinematográficas, "Tarzan e a fonte mágica (1949)", "Tarzan e as escravas (1951)", "Tarzan em perigo (1952)", "Tarzan e a fúria selvagem (1952)" e "Tarzan e a mulher diabo (1953)". Lex Barker (Alexander Crichlow Barker Jr) nasceu em Rye, Nova York, no dia 8 de maio, de 1919 e faleceu na mesma cidade, em 11 de maio de 1973. Nas publicações da saudosa EBAL, ele protagonizou dezenas de capas do gibi, que sempre serviu para enriquecer ainda mais as coleções, e também, grande chamariz nas bancas de jornais de revistas do país, onde a molecada pedia prá mamãe "um dinheirinho" para ir até "a esquina" comprar Tarzan!!! Nesta 2ª série publicada pela EBAL, Lex Barker foi foto de capa em 21 edições de um total de 100 somente da 2ª série, entre abril de 1959 e setembro de 1965, em edições mensais e muitas vezes até em duas no mesmo mês, como "extra". Ao lado de Batman, super-Homem, e Zorro, certamente Tarzan foi um dos carros-chefe da editora desde sua estréia em 1951 quando a EBAL licenciou os direitos de publicar regularmente no país. 36 páginas de pura ação e aventura, onde aqui, compartilho algumas páginas com as principais histórias publicadas, desta edição do meu acervo pessoal, com vocês, para matar saudade!





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sábado, 1 de outubro de 2016

GIBIS E REVISTAS BRASILEIRAS ANTIGAS (CLASSIC COMICS / CLASSIC BRAZILIAN MAGAZINE) FRADIM Nº 23 - 1978 EDITORA CODECRI - EDIÇÃO ORIGINAL DA ÉPOCA (HENFIL / BRAZIL)


FRADIM Nº 23 - 1978 EDITORA CODECRI / Uma publicação de março de 1978, com 52 páginas do humor satírico, ácido e provocante de Henrique de Souza filho (Henfil), cartunista, desenhista, quadrinista, jornalista e escritor brasileiro. Hemofílico como outros dois de seus irmãos, o sociólogo Betinho e o músico Chico Mário, herdou da mãe a hemofilia, distúrbio que impede a coagulação do sangue, fazendo com que a pessoa seja mais suscetível a hemorragias. Henfil cresceu na periferia de Belo Horizonte, onde fez os primeiros estudos, frequentou um curso supletivo noturno e um curso superior em sociologia na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, que abandonou após alguns meses. Foi embalador de queijos, contínuo em uma agência de publicidade e jornalista, até especializar-se, no início da década de 1960, em ilustração e produção de histórias em quadrinhos. A estreia de Henfil como ilustrador deu-se em 1964, quando, a convite do editor e escritor Robert Dummond, começou a trabalhar na revista Alterosa, de Belo Horizonte, onde criou "Os Franguinhos". Em 1965 passou a colaborar com o jornal Diário de Minas, produzindo caricaturas políticas. Em 1967, criou charges esportivas para o Jornal dos Sports, do Rio de Janeiro. Também teve seu trabalho publicado nas revistas Realidade, Visão, Placar e O Cruzeiro. A partir de 1969, passou a colaborar com o Jornal do Brasil e com O Pasquim. Nessas publicações, seus personagens atingiram um grande nível de popularidade. Já envolvido com a política do país, Henfil criou em 1970 a revista Fradim, que tinha como marca registrada o desenho humorístico, crítico e satírico, com personagens tipicamente brasileiros. Com o advento do AI-5, garantindo a censura dos meios de comunicação, e os órgãos de repressão prendendo e torturando os "subversivos", Henfil, em 1972, lançou a revista Fradim pela editora Codecri, que tornou seus personagens conhecidos. Além dos fradinhos Cumprido e Baixim, a revista reuniu a Graúna, o Bode Orelana, o nordestino Zeferino e, mais tarde, Ubaldo, o paranoico. Henfil envolveu-se também com cinema, teatro, televisão (trabalhou na Rede Globo, como redator do extinto programa TV Mulher) e literatura, mas ficou marcado mesmo por sua atuação nos movimentos sociais e políticos brasileiros. Ele tentou seguir carreira nos Estados Unidos, onde passou dois anos em um tratamento de saúde. Como não teve lugar nos tradicionais jornais estadunidenses, sendo renegado a publicações underground, Henfil escreveu seu livro "Diário de um Cucaracha". De volta ao Brasil. ele também fez participação da revista Isto É onde escrevia uma coluna chamada Cartas da Mãe. Após uma transfusão de sangue, acabou contraindo o vírus da AIDS. Ele faleceu vítima das complicações da doença no auge de sua carreira, com seu trabalho aparecendo nas principais revistas brasileiras. Henfil passou toda sua vida a defender o fim do regime ditatorial pelo qual o Brasil passava. Em 1972, quando Elis Regina fez uma apresentação para o exército brasileiro, Henfil publicou em O Pasquim uma charge enterrando a cantora, apelidando-a de "regente", junto a outras personalidades que, na ótica dele, agradariam aos interesses do regime, como os cantores Roberto Carlos e Wilson Simonal, o jogador Pelé e os atores Paulo Gracindo, Tarcísio Meira e Marília Pêra. Anos mais tarde, o cartunista disse que se arrependia apenas de ter enterrado Clarice Lispector e Elis Regina. Henfil nasceu em  Ribeirão das Neves (municipio de Minas Gerais - Brasil), no dia 5 de fevereiro de 1944, e faleceu no Rio de Janeiro, em 4 de janeiro de 1988, aos 43 anos de idade, de Aids, contraída de uma transfusão de sangue, hábito comum na época, e sem conhecimento da nova moléstia que começou a assombrar o mundo.










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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - BATMAN Nº 81 / 2ª SÉRIE - 1968 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / BOB KANE / BATGIRL / ROBIN


BATMAN Nº 81 / 2ª SÉRIE - 1968 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / A Editora Brasil-América, mais conhecida por seu apelido Ebal, foi uma das mais importantes editoras de história em quadrinhos do Brasil. Fundada em 18 de maio de 1945 por Adolfo Aizen, considerado o "Pai das Histórias em Quadrinhos do Brasil", foi praticamente a pessoa que difundiu o gênero no Brasil. Na melhor fase, a editora era dirigida, também, por Paulo Adolfo Aizen e Naumin Aizen, ambos filhos de Adolfo Aizen, e também, pelo jornalista Fernando Albagli. Uma publicação que teve vida longa através da editora, foi o título BATMAN, que durante 30 anos, teve vários formatos, váias séries lançadas, almanaques especiais de fim de ano, enfim, para o público adulto, e infanto-juvenil, não ter do que reclamar! 



As duas primeiras séries, totalizou 200 edições em preto e branco, 100 edições para cada série, dando inicio na 1ª série, em março de 1953 com a edição nº 1, até junho de 1961 chegando ao nº 100! A 2ª série, teve inicio já na sequência, com a edição nº 1 publicada em julho de 1961, até outubro de 1969, com a edição nº 100. A 3ª série deu inicio em novembro de 1969, até março de 1977, chegando na edição nº 89. Já a 4ª série, com apenas 33 exemplares publicados, deu inicio em abril de 1977, até dezembro de 1979. Aliado a essas edições regulares em preto e branco, e mensais, o leitor assíduo das bancas de jornais e revistas, tinha de ficar atento, pois à partir de 1965, os exemplares lançados a cad 2 meses, já estavam tendo sua periodicidade normal, sendo que a 1ª série de BATMAN BI nº 1, começou no mês de abril de 1965, e foi até fevereiro de 1977, com o nº 72. 



A 2ª série bimestral de BATMAN BI, teve inicio com o nº 1, no mês de abril de 1977, indo terminar com a edição nº 17, em dezembro de 1979. Em 1969, a EBAL após um bem sucedido lançamento de 4 séries de BATMAN totalizando 322 edições de quadrinhos em preto e branco, mais 2 séries bimestrais com mais 89 edições, resolveu lançar a série BATMAN ESPECIAL EM CORES, totalizando 67 edições até 1976, com capa especial e plastificada, algo inédito na época, e que alguns títulos somente, recebiam esse tratamento. 



Após essas edições, a EBAL ainda, lançou BATMAN em formatinho, igual a um gibi do Tio Patinhas como exemplo, num total de 70 edições coloridas, mais 7 edições extras / especiais e os aguardados ALMANAQUES publicados à partir de 1964, até 1979, exceto 1976 e 1978. A EBAL encerrou seus trabalhos em 1995 definitivamente, mas na minha opinião, até o final da década de 80 para mim, foi o máximo em publicações dessa editora.


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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - MAGUILA, O GORILA (MAGILLA GORILLA) Nº 02 - 1966 EDITORA O CRUZEIRO / HANNA-BARBERA


MAGUILA, O GORILA (MAGILLA GORILLA) Nº 02 - 1966 EDITORA O CRUZEIRO / Uma publicação de 1966, esta edição curiosamente só apresenta histórias com esse simpático Gorila, o que geralmente não ocorre com os demais títulos de Hanna-Barbera, publicados pela Editora O Cruzeiro na época, caso de Zé Colméia, D. Pixote, Manda-Chuva, etc. Na minha opinião, assim como no Show do Maguila, em seu desenho animado, no mesmo programa, mais dois segmentos em desenhos, eram apresentados, Coelho Ricochete e Blau-Blau, e Chumbinho e Bacamarte, sempre de forma intercalada. No desenho da TV, foram produzidos 31 episódios entre 5 e 7 minutos de duração, entre 1964 e 1967. 




Maguila sendo um gorila,  morava na loja de comidas e animais do senhor Peebles, e sempre estava na vitrine fazendo caras e bocas na expectativa de um dia quem sabe, algum louco o levar para casa! De vez em quando ele era comprado por alguém, mas logo em seguida ele sempre acabava sendo devolvido para a loja, devido as atrapalhadas que se metia, geralmente devido a sua imensa força física, além de ser uma "fera" em arrumar confusão! Maguila, apesar do tamanho, tinha um coração enorme, muito bondoso e ingênuo. Somente o Sr. Peebles é que ficava apavorado toda vez que ele era devolvido, porque não era fácil alimentar um gorila daquele tamanho, e os cachos de bananas que ele consumia. 




Embora não seja o desenho animado que aqui se encontra, vale ressaltar a grandiosa dublagem brasileira para esses personagens magníficos e que se tornaram inesquecíveis para nós, pela magia das vozes emprestadas, aliada a cada personagem que víamos na televisão. Neste caso aqui, a dublagem ficou a cargo da AIC-SP (Arte Industrial e Cinematográfica).




DUBLAGEM AIC-SP

- Maguila / dublador original: Allan Melvin (esteve presente em séries como O Show do Andy Griffith, A Família Brady/A Família Fá-Sol-Lá-Si-Dó e Perdidos no Espaço) / dublador brasileiro: Flávio Galvão

- Sr. Peebles / dublador original: Howard Morris / dublador brasileiro: Older Cazarré (1ª voz), José Soares (2ª voz)

- A pequena Oreu (menininha amiga de Maguila):  dublador original: Jean Vander Pyl /  dublador brasileiro: Aliomar de Mattos (1ª voz), Maria Inês (2ª voz)


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